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Quinta, 07 Dezembro 2017 09:01 Última modificação em Segunda, 11 Dezembro 2017 00:02

Rússia rejeita pretexto dos EUA para permanecer na Síria

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País: Síria / Direitos nacionais e imperialismo / Fonte: Prensa Latina

O ministério russo de Defesa (Mindef) recusou hoje os argumentos do Pentágono com respeito a uma suposta invencibilidade do movimento terrorista Estado Islâmico (EI) e considerou essa declaração como um pretexto norte-americano para permanecer em Síria.

Os Estados Unidos só tenta criar uma justificativa para manter suas tropas, ilegalmente despregadas em regiões do país levantino, onde o EI e outras formações armadas extremistas se mantêm ativas.

Só se pudesse falar de alguma concentração de agrupamentos terroristas, precisamente, no território sírio baixo controle norte-americano, declarou o porta-voz oficial do Mindef, tenente-geral Igor Konashenkov.

A vitória sobre o EI pôde ser possível graças à cooperação da aviação e forças de Rússia em Síria desde mediados de setembro de 2015, sublinhou o porta-voz.

Enquanto o EI e outras formações extremistas campearam pelo seu respeito em Iraque e depois passaram a Síria, o Pentágono nada fez para impedi-lo, recordou Konashenkov.

Ademais, os Estados Unidos viola a soberania do território sírio ao estabelecer ali bases militares. Será melhor prestar atenção à luta contra o EI, em lugar de ocupar-se mais de criar essas instalações militares, considerou o general russo.

O Mindef expressou sua disposição para, se fosse necessário, cooperar com a coalizão ocidental, dirigida por Washington, com o fim de destruir as unidades do EI em Iraque ocidental, para o qual esta disposta a pactuar acordos nesse sentido.

A televisão russa referiu-se a um anúncio do presidente Vladimir Putin sobre uma derrota total do Estado Islâmico em Síria, depois que nos últimos dias a aviação estratégica russa bombardeou os remanentes dessa formação extremista na província de Deir-Ezzor.

Rússia denunciou em seu momento como o contingente militar estadunidense de uns dois mil uniformados e a aviação de combate do país protegeram a retirada de grupos extremistas, incluído o EI, a zonas sob controle de Washington em Síria.

O Estado Maior das forças armadas russas denunciou, ademais, como especialistas norte-americanos recrutaram a civis num campo de refugiados de Deir-Ezzor para prepará-los e os integrar depois a formações extremistas na nação síria.

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