[Rafael Silva; Laboratório Filosófico] Na esteira da polêmica sobre “apropriação cultural” gerada pelo “Caso do Turbante de Curitiba”, qual seja: se uma pessoa “branca” pode ou não usar vestimentas típicas da cultura negra/africana; uma afirmação de ímpeto “politicamente correto” ecoou nas redes sociais: “Não existe raça. Por isso, não existe apropriação cultural”. A frase que pretendia encerrar a discussão, no entanto, levanta importantes questões. Uma delas: se não existe raça (ou qualquer quer nome que a valha) o que dizer de diferenças humanas geneticamente determinadas? Outra: se existisse raça, então existiria “apropriação cultural”? A terceira, decorrente dessa última: por que as culturas, produtos humanos par excellence, seriam inapropriáveis?
O vindeiro sábado28 de janeiro terá lugar o “I Encontro de Mulheres Repentistas da Galiza” em Vila de Cruzes, organizado polo alunado da cadeira “Regueifa e improvisaçom oral em verso” do IES Marco do Cambalhom, e impulsado polo Projeto Regueifesta, un projeto educativo para impulsar o repentismo no mundo do ensino, e que forma parte da Asociación ORAL, que promove o repente galego.
Esta sexta-feira dia 20 de janeiro, a partir das 20h30, apresenta-se no Centro Social Gomes Gaioso a revista da AEG (Associaçom de Estudos Galegos).
Cineclube de Compostela continúa coa súa programación de xaneiro coa proxección, este mércores 18 de xaneiro, de Branca de Neve (Branca de Neve, Portugal, 2000), de João César Monteiro, unha adaptación da obra homónima de Robert Walser, revisión do conto tradicional, que causou unha gran polémica no seu momento ao estar filmado practicamente sen imaxes, unha proxección en negro cuns poucos planos inseridos. A sesión terá lugar, como é habitual, no CS O Pichel (Santa Clara, 21) a partir das 21:30 horas.
O poeta, escritor, jornalista e teatrólogo Ferreira Gullar morreu neste domingo (4) em um hospital na zona sul do Rio de Janeiro, aos 86 anos. Ele era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 2014.
Desde que surgiu a necessidade de ser criada umha entidade como a Associaçom de Estudos Galegos (AEG), vocacionada para o estudo e a divulgaçom científica do padrom galego e da nossa língua, com umha conceçom reintegracionista, logo se concluiu a necessidade de umha publicaçom própria orientada a esses mesmos objetivos.
O próximo sábado, 26 de novembro, às 19hs decorre na Fundaçom Artábria um novo atelier infantil, desta volta de manualidades criativas com depresores.
[Rafael Silva] O multiculturalismo é a coexistência harmoniosa e não hierarquizada de diferentes culturas numa mesma região, cidade ou país.
[Sandro Ari Andrade de Miranda*]
Quem sou eu? Que importa quem?
Sou um trovador proscrito,
que trago na fronte escrito
esta palavra “Ninguém”!”
(Luiz Gama, “Quem sou Eu?”)
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