Recuperamos o texto publicado no nº 1 da revista Kallaikia, editada pola AEG, como recensom da ediçom galega do 1º centenário d'O imperialismo, fase superior do capitalismo, publicada polo Diário Liberdade no passado ano 2016.
Cem anos depois da Revolução Russa, as ideias de Vladimir Lenine sobre democracia, terrorismo e revolução ainda importam. Entrevista a Tariq Ali, por Suzi Weissman (Jacobin Radio).
A desigualdade, a pobreza extrema, a concentração da terra, a falta de democracia levaram à eclosão da chamada Revolução Mexicana, a 20 de Novembro de 1910. Mais de cem anos volvidos, estas lutas permanecem vivas no país azteca.
[Wesley Sousa] Em comparação com o capitalismo (economia de mercado), a economia planificada funcionou muito bem:
Hoje em Compostela, espetáculo 'O regueiro', lembrando outra das heroínas galegas, Chelo, a guerrilheira a quem matárom toda a familia.
Diante da Revolução Russa, o marxismo revolucionário de hoje não tem alternativa a não ser enfrentar o problema da transição, debruçar-se sobre os acontecimentos e compreender as determinações que conduziram ao desfecho distinto daquele que se esperava.
[Manuel Raposo] “O principal erro que os revolucionários podem cometer é o de olhar para trás, para as revoluções do passado, quando a vida traz tantos elementos novos que é necessário incorporar na cadeia geral dos acontecimentos.” (Lenine, Abril de 1917)
[Heitor Cesar Ribeiro de Oliveira] “O Estado é o produto e a manifestação do caráter inconciliável das contradições de classe. O Estado surge precisamente onde, quando e na medida em que as contradições de classe objetivamente não podem ser conciliadas. E inversamente: a existência do Estado prova que as contradições de classe são inconciliáveis.” Friedrich Engels. A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado.
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