Os números mostram que a prática tradicional da luta dos trabalhadores está de volta: no ano passado, nos EUA, 485 mil participaram de grandes greves, como não se via há décadas.
[Elson Concepción Pérez] Os governos dos Estados Unidos, todos apegados a sufocar Cuba, já que não conseguiram vencê-la, não ficaram satisfeitos com o bloqueio econômico e comercial implementado desde 1962 e, em março de 1996, aprovaram a Lei Helms-Burton, conhecida assim por ter sido criada por dois congressistas dos muitos que passaram por essa estrutura e ainda não se convenceram de que Cuba sabe defender-se, em primeiro lugar, com sua dignidade e resistência.
[Nazanin Armanian] Depois da abortada operação “humanitária” contra a Venezuela do passado fim de semana, é útil recapitular a natureza e o papel do braço da CIA conhecido por USAID.
[Eduardo Vasco] Se houvesse jornalistas imparciais na imprensa norte-americana ou nos grandes meios de comunicação internacionais, algum deles deveria fazer as seguintes perguntas a Donald Trump, que quer a todo o custo derrubar o governo da Venezuela:
Uma guerra foi declarada à Venezuela, na qual a verdade é “muito difícil” de ser encontrada.
Os recentes movimentos de tropas dos EUA, referidos por fontes públicas e pelos media, confirmam que Washington se dispõe a cercar militarmente a República Bolivariana da Venezuela sob o pretexto de uma suposta "intervenção humanitária".
Perante a tensão que se vive hoje na fronteira colombo-venezuelana, analistas e líderes políticos nesta capital alertam sobre a preparação de uma invasão militar contra a Venezuela disfarçada de ajuda humanitária.
Nunca é demais recordar que nos EUA o sistema é de partido único. Só que com duas faces, para disfarçar.
Há uma grande controvérsia sobre o verdadeiro perfil da economia venezuelana e se a reforma e as políticas de Hugo Chávez e Nicolau Maduro foram cruciais para o povo da Venezuela ou se foram completamente equivocadas e precipitaram as crises actuais.
O governo cubano afirmou nesta quarta-feira (13) que tropas dos Estados Unidos estão se movimentando no território caribenho como parte de um plano para intervir na Venezuela. Segundo o regime, trata-se de uma “aventura militar imperialista disfarçada de intervenção humanitária”. Cuba e Venezuela são aliadas na luta anti-imperialista na América.
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