Publicidade

Diário Liberdade
Domingo, 24 Fevereiro 2019 17:01 Última modificação em Terça, 12 Março 2019 00:41

Chamado urgente contra a ameaça de agressão imperialista a Venezuela

Avalie este item
(1 Voto)
País: Venezuela / Direitos nacionais e imperialismo / Fonte: PCB

A Venezuela Bolivariana nos convoca a todos ao máximo esforço para que se imponha a paz e se enfrente a agressão militar do governo dos Estados Unidos.

Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos

A Venezuela Bolivariana nos convoca a todos ao máximo esforço para que se imponha a paz e se enfrente a agressão militar do governo dos Estados Unidos.

Siguindo o roteiro que executaram na Líbia e no Iraque, onde provocaram mais de um milhão de mortos, guerra, saques e ocupação, se prepara hoje a invasão militar à irmã República Bolivariana da Venezuela utilizando como pretexto a “ajuda humanitária”.

Em franca violação do Direito Internacional e à carta das Nações Unidas, o governo dos EUA pôs em marcha um plano de brutal agressão contra a Venezuela que segue ao pé da letra o manual da guerra de quarta geração: guerra midiática sem cessar um só día, criação de uma oposição mercenária e colonialista, ataques criminosos à população e a objetivos econômicos vitais, sanções econômicas, hiperinflação, bloqueio financeiro, congelamento de ativos em terceiros países; desrespeito à soberania e desconhecimento do legítimo Presidente Nicolás Maduro, eleito por ampla maioria; pressões a países incluindo organismos internacionais como a ONU; fabricação de um “presidente” ao estilo Frankestein, armado e produzido em Washington, que não representa ninguém, que não foi eleito por ninguém e que apenas responde aos interesses do golpe en curso promovido pelo governo dos Estados Unidos.

Há alguns dias o governo cubano alertou e ontem reiterou o Chanceler Bruno Rodríguez: “estão realizando voos de transporte militar estadunidenses, originados de instalações militares norte-americanas a partir das quais operam unidades de forças de operações especiais e de infantería de marinha utilizadas para realizar ações encobertas, inclusive contra líderes ou pessoas consideradas valiosas. Com absoluto desconhecimento dos governos dos territórios referentes e total desrespeito pela soberania desses Estados, continua a preparação de uma ação militar com pretexto humanitário”.

Em sua apresentação à mídia em Miami em 18 de fevereiro, o presidente Trump afirmou: “Todas as opções são possíveis”, em clara alusão à opção militar.

O dia 23 de fevereiro é o prazo que os EUA impuseram para o ingresso forçado da “ajuda humanitária”. Utilizarão para isto o território da dolorida Colômbia em Cúcuta, fronteira com a Venezuela da qual a separa uma ponte sobre o rio, para provocar desde aquele ponto a agressão, “o tempo que dure a reconstrução”.

Nos perguntamos de que reconstrução falam quando a Venezuela acaba de entregar Duas Milhões e Quinhentas Mil habitações, suas crianças vão à escola e os jovens às universidades, o país trabalha e funciona com normalidade. A Venezuela resiste aos embates do cerco financeiro que provoca privações ao seu povo.

A Venezuela não necessita de esmolas, a Venezuela é um país muito rico, é o primeiro produtor de petróleo e um dos maiores em ouro, o que necessita a Venezuela é que os EUA suspendam as sanções, o bloqueio financeiro e respeite a decisão soberana de seu povo.

Recordemos Fidel quando, no ano de 1992, em plena agressão dos EUA, que contavam os dias para que Cuba sucumbisse após a queda da União Soviética, acirravam o bloqueio e aprovavam as leis Helms-Burton. Fidel nos disse: “Cuba não anda de pedinte pelo mundo, anda como nação irmã. Quem se levanta com Cuba se levanta para todos os tempos”.

Hoje dizemos: levantamo-nos junto com a Venezuela Bolivariana e o legítimo governo de Nicolás Maduro, junto com sua Força Armada Nacional Bolivariana FANB e o bravo povo de Bolívar e Chávez.

Chamamos os amigos, intelectuais, parlamentares, organizações políticas e movimentos sociais a barrar a ingerência dos EUA e evitar por todas as vias possíveis a agressão militar.

Inundemos as redes sociais em todos os idiomas com mensagens pela paz; todos podemos fazer dos nossos próprios sítios.

Chamamos à mobilização em frente às sedes das embaixadas dos Estados Unidos no mundo; pela publicação de manifestos na imprensa, divulgação de cartazes, realização de manifestações e atos para dizer alto e claro:

MÃOS FORA da VENEZUELA!

VENEZUELA NÃO ESTÁ SÓ!

VENEZUELA QUER PAZ!

Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos

Diário Liberdade é um projeto sem fins lucrativos, mas cuja atividade gera uns gastos fixos importantes em hosting, domínios, manutençom e programaçom. Com a tua ajuda, poderemos manter o projeto livre e fazê-lo crescer em conteúdos e funcionalidades.

Doaçom de valor livre:

Microdoaçom de 3 euro:

Adicionar comentário

Diário Liberdade defende a discussom política livre, aberta e fraterna entre as pessoas e as correntes que fam parte da esquerda revolucionária. Porém, nestas páginas nom tenhem cabimento o ataque às entidades ou às pessoas nem o insulto como alegados argumentos. Os comentários serám geridos e, no seu caso, eliminados, consoante esses critérios.
Aviso sobre Dados Pessoais: De conformidade com o estabelecido na Lei Orgánica 15/1999 de Proteçom de Dados de Caráter Pessoal, enviando o teu email estás conforme com a inclusom dos teus dados num arquivo da titularidade da AC Diário Liberdade. O fim desse arquivo é possibilitar a adequada gestom dos comentários. Possues os direitos de acesso, cancelamento, retificaçom e oposiçom desses dados, e podes exercé-los escrevendo para diarioliberdade@gmail.com, indicando no assunto do email "LOPD - Comentários".

Código de segurança
Atualizar

Quem somos | Info legal | Publicidade | Copyleft © 2010 Diário Liberdade.

Contacto: info [arroba] diarioliberdade.org | Telf: (+34) 717714759

Desenhado por Ritech

O Diário Liberdade utiliza cookies para o melhor funcionamento do portal.

O uso deste site implica a aceitaçom do uso das ditas cookies. Podes obter mais informaçom aqui

Aceitar