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Diário Liberdade
Terça, 12 Julho 2016 10:51 Última modificação em Quarta, 13 Julho 2016 12:39

Com a morte de Agustín Fernández Paz, Galiza perde um dos principais intelectuais ao serviço da Naçom Destaque

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País: Galiza / Cultura/Música / Fonte: Diário Liberdade

A morte de Agustín Fernández Paz, após doença longa que acabou por levá-lo com 69 anos, deixa um espaço referencial do exemplar serviço ao País por parte da intelectualidade na Galiza.

Com umha ampla obra literária que já foi traduzida para numerosas línguas, cultivou principalmente a literatura infantil e juvenil, mas também o romance, tendo recebido diversos prémios e um reconhecimento unánime sobre a qualidade do seu trabalho como criador.

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Se bem tinha estudos de engenheiro, dedicou-se ao labor docente nos níveis primário e secundário, participando na atividade organizada do movimento galego de renovaçom pedagógica, em coletivos como a Nova Escola Galega (NEG) ou Avantar, e colaborando nos desenhos curriculares oficiais da Galiza nos anos 80. Foi assessor literário e didático na editora Xerais, onde colaborou na realizaçom de manuais escolares e da coleçom de literatura infantil e juvenil Merín.

Nom deixou de se comprometer socialmente com a língua, através do coletivo Prolingua e colaborando com Queremos Galego.

Recebeu numerosos prémios, ficando conhecida e reconhecida a sua recusa ao que lhe ofereceu a Junta da Galiza em 2010, como mostra de rejeitamento do escritor à política lingüística e cultural do governo autonómico com o PP à frente, que acabava de lançar um Decreto contra o galego.

Da sua obra, que inclui mais de cinqüenta títulos, salientamos: Rapazas (1993), Cartas de inverno (1995), O centro do labirinto (1997), O soño do merlo branco (2000), O único que queda é o amor (2007) e A Viaxe de Gagarin (2014).

Fernández Paz será incinerado em Vigo e os seus restos conduzidos a Vilalva, a sua vila natal.

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