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Diário Liberdade
Segunda, 12 Setembro 2016 14:06 Última modificação em Quinta, 15 Setembro 2016 15:16

11 de Setembro de 2001: O 15º aniversário do crime e do encobrimento do século – O que realmente aconteceu?

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País: Estados Unidos / Reportagens / Fonte: Global Research
[Gary G. Kohls [*], Tradução de Resistir.info] Acabo de receber o último programa mensal da PBS (Public Broadcasting System), para Setembro, e descobri que o mais recente documentário da PBS, intitulado "9/11: Inside the Pentagon" será difundido e redifundido um total de oito vezes ao longo da semana em torno de 11/Setembro/2016! 

Tentei mas não consegui ver online o documentário na sua totalidade. Entretanto, no trailer havia testemunhos ofegantes de vários dos empregados do Pentágono que sobreviveram ao pretenso crash do Voo 77. 

Contudo, pesquisadores e repórteres realmente investigadores sabem desde há muito que não foi o voo 77 que atingiu o Pentágono naquele dia uma vez que os danos às paredes de Pentágono só podiam ter sido feitos por um engenho aéreo muito mais pequeno, tal como um míssil (ou talvez um drone Global Hawk da USAF, no valor de US$222 milhões). Também não havia evidência de restos de alumínio do corpo, das asas e da cauda de um Boeing 757 de 100 toneladas. 

A única das chamadas provas de o Voo 77 ter atingido o Pentágono que o Departamento da Defesa acabou por produzir foram cinco imagens – ridiculamente inconvincentes e obviamente tratadas a Photoshop. Uma delas supostamente mostrava um avião e outras três explosões com chamas. Estas fotos infames, obviamente amanhadas, curiosamente estavam datadas 9/12/01, 17:37 (5:37 pm) ao invés de 9/11/01, 9:37 (9:37 am) o momento real do choque. Para informação sobre este crime e o encobrimento no Pentágono e uma exposição pormenorizada do assunto ir a: 
911research.wtc7.net/mirrors/guardian2/pentagon/what-hit-it.htm.

E naturalmente não havia restos de um avião de 100 toneladas a jazerem em torno das paredes de concreto reforçado do Pentágono. Não havia o indestrutível titânio dos motores dos jactos, nem bagagens, nem poltronas de passageiros, nem caixas negras indestrutíveis e nem partes de corpos que sempre pejam o cenário de crashes de aviões de passageiros. 

Se nesta altura não sente que algo cheira mal, não está a prestar atenção. Não espere que no seu documentário a PBS levante quaisquer perguntas incómodas acerca do 11/Set. 

Tristemente, a NPR, MPR e WPR – minhas habitualmente respeitadas estações regionais de rádio pública (que regularmente pedem-me dinheiro) – recusaram-se resolutamente a entrevistar qualquer da multidão de cientistas, investigadores, académicos e escritores que reuniram montanhas de provas prontas para tribunal de que o 11/Set foi uma operação criminosa de falsa bandeira. Toda a evidência aponta como sendo um trabalho interno (inside job). 

Os factos importunos e comprováveis documentando as conspirações e os subsequentes encobrimentos (que já não são teorias da conspiração) do que realmente aconteceu em 11/Setembro/2001 são obviamente um tabu que aterroriza os media de referência (mainstream), mesmo entre os mais supostamente confiáveis jornalistas de investigação das equipes daquelas estações. Eles aparentemente receberam ordens de cima para censurar a verdade, receiam perder os seus empregos ou por alguma razão não podem tratar da verdade. 

Analogamente, a habitualmente digna PBS parece que se mantém a desinformar subtilmente seus visionadores com vários documentários Frontline tendenciosos que, apenas um exemplo, tem promovido as alegadamente seguras e eficazes drogas tóxicas da grande indústria farmacêutica e as Grandes Vacinas infantis neurotóxicas e indutoras de auto-imunidade. Ela também continua a aceitar o patrocínio da NOVA de David Koch e portanto calou um desmascaramento das agendas nefandas dos Irmãos Koch. 

A PBS nunca exibiu qualquer dos inúmeros poderosos e irrefutáveis documentários da [organização] 9/11 Truth já publicados (ver abaixo uma lista dos que considero melhores). E agora, com o 11/Set no Pentágono, a PBS produziu o que parece ser uma outra peça com tagarelice de interesse humano que certamente fará com que a maior parte dos espectadores sem discernimento da PBS olhem para outro lado. 

E eles estão a mostrar isto OITO VEZES NUMA SEMANA! Ultrajante! 

Mas os leitores deveriam ser lembrados do facto de que aqueles que voluntária e conscientemente encobrem crimes são eles próprios culpados de conduta criminosa e podem ser processados. A maior parte do povo encara os horrendos acontecimentos do 11/Set/2001 como o Crime do Século. Assim, aqueles que conscientemente encobrem aqueles crimes são tecnicamente culpados dos próprios crimes. Deveria tal padrão aplicar-se a editores e aos media (e seus repórteres) da TV, rádio, jornais e revistas impressos que nos informam (ou nos informam mal ou desinformam)? Penso que sim. 

E, apesar da sua suposta reputação de combate ao crime, o FBI colaborou com isso – e encobriu o Crime no Pentágono ao quase instantaneamente confiscar vídeos privados de câmaras de vigilância de empresas das proximidades. E o Pentágono nunca divulgou a evidência que teria provado ou desconfirmado o que muitas testemunhas oculares observaram: nenhum jacto comercial atingiu o Pentágono no dia 11/Setembro/2001. (Se os vídeos houvessem realmente mostrado um avião de carreira, a administração Cheney/Bush certamente os teria exibido.). 

Assim, o Encobrimento do Crime do Século (um delito processável) continua e a PBS e a NPR (e todos os outros media de referência sob controle corporativo que se possam pensar) poderiam ser processados pelas contribuições dadas para o encobrimento devido às suas decisões de reter informação vital do público e dos contribuintes americanos. 

Mas o que me incomoda mais é que a maior parte do jovens adultos que em breve vão votar (que eram crianças ou bebés em 2001) podem nunca ter tido a oportunidade de ver a evidência que implica o seu próprio governo, os seus próprios políticos, o seu próprio FBI, a sua própria CIA e o seu próprio Departamento da Defesa no Crime E/OU no Encobrimento. O que é preciso é transparência completa. 

E assim uma proporção apreciável de uma nova geração de americanos manipulados e de cérebro lavado está inconsciente de que a agenda de guerra perpétua do seu país e as diabólicas desestabilizações militares e económicas de países mais fracos por todo o mundo só são realmente compreensíveis se se entende o que realmente aconteceu no 11/Set. 

O 11/Set foi a justificação para 1) estupidamente invadir o Afeganistão e o Iraque. O 11/Set foi também a justificação para 2) a formação estilo Gestapo do Departamento de Segurança Interna e do novo 3) Estado de Vigilância, ambos os quais estriparam a Constituição. Sem os eventos orquestrados do 11/Set, o 4) controverso Patriot Act [bem como o 5) todo o National Defense Authorization Act desde então] e a 6) perpétua produtora de inimigos "Guerra ao Terror" não seriam realidades. Sem a confissão clara acerca da verdade do 11/Set, nem a credibilidade do país nem a do planeta pode ser mantida. 

Poderosos media perpetraram a Grande Mentira propagandística que nas mentes da maior parte dos cidadãos justificou alegações da corrupta administração Cheney/Bush de que os "ataques" foram orquestrados por Osama bin Laden e não pelo nosso próprio sistema Capitalista de Compadrio que cultua nos altares do Dinheiro (Mammon) e da Guerra (Mars). 

A evidência para as afirmações acima é esmagadora e facilmente disponível para confirmação a qualquer pessoa com acesso à Internet e a capacidade de ultrapassar o patriotismo cego, a sua dissonância cognitiva e disposição para corajosamente procurar a verdade. Meus colegas da comunidade 9/11 Truth só esperam uma avaliação honesta dos factos estabelecidos para que os leitores comecem a ler entre as linhas e comecem a pensar criticamente.

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