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Sexta, 29 Dezembro 2017 17:20 Última modificação em Terça, 02 Janeiro 2018 18:06

Cuba: Melhoram os indicadores de saúde e cresce a expectativa de vida

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País: Cuba / Saúde / Fonte: Granma

Até à data, Cuba registra a menor taxa de mortalidade infantil da sua história.

«ATRÁS de cada número, estatística, do que se trata é de vidas salvadas, de qualidade de vida, de felicidade e de satisfação de nosso povo, e do compromisso de quanto mais podemos fazer cada dia».

«Bastam alguns exemplos para saber o que isso significa. Até à data Cuba registra a taxa de mortalidade infantil mais baixa de sua história. Com 4,1 em cada 1.000 nascidos vivos – o qual representa 35 falecidos menos, menores de um ano, com respeito ao mesmo período de 2016 – este indicador se prevê possa, inclusive, fechar abaixo desse número, graças aos esforços do sistema de saúde pública, e o compromisso e desvelo dos trabalhadores do setor».

Assim afirmou o ministro da Saúde Pública e membro do Bureau Político, doutor Roberto Morales Ojeda, no ato de saudação ao 59º aniversário do Triunfo da Revolução, onde foram apresentados os resultados principais do Sistema Nacional de Saúde no ano 2017.

Caso examinarmos os indicadores sanitários, é evidente a melhoria que se percebe nos mesmos, além de que continuou crescendo a esperança de vida ao nascer da população cubana, que já atinge os 78,45 anos; e é de 80,45 para as mulheres e 76,50 para os homens.

O titular do ramo mencionou que até o momento se reduz a taxa de mortalidade materna de 42,6 para 38,0 em cada 100.000 nascidos vivos, com seis mortes maternas menos. Da mesma forma, como resultado do Programa integral para o controle do câncer, nos últimos três anos parou o crescimento da mortalidade por causa desta doença.

Quanto a áreas como a higiene, epidemiologia e microbiologia se informou que a incidência de casos confirmados de dengue decresceu em 68% com relação ao ano anterior, entretanto não foram diagnosticados casos de Chikungunya. No fechamento da primeira quinzena de dezembro, registrou-se transmissão do Zika em 18 municípios do país, com uma tendência à diminuição.

Por outro lado, o ministro realçou o aumento da atividade cirúrgica com a realização até à data de 989.209 cirurgias no país, (umas 5.326 a mais), e se estima que ao findar o ano tenham sido realizadas mais de um milhão de cirurgias, pelo sexto ano consecutivo.

Nesse sentido, o doutor Morales Ojeda sublinhou o incremento do número de cirurgias utilizando técnicas minimamente invasivas, as que representam 14% do total de cirurgias maiores eletivas.

Resultados significativos foram conseguidos, também, na aplicação da medicina natural e tradicional, pois se conseguiu o número mais elevado da história, produzindo-se mais de 71 milhões de unidades de produtos naturais.

Do mesmo modo, o ministro ratificou o papel que desempenharam para a consecução destas metas, os programas de reposição de equipamentos médicos e introdução de novas tecnologias no sistema nacional de saúde, treinamento em tecnologias avançadas e investimentos e manutenção construtiva.

«Nos últimos quatro anos foram importados 24.317 equipamentos médicos, em um valor que ultrapassa os US$ 210 milhões, beneficiando-se todas as especialidades médicas e a maioria das instituições de saúde do país. Isso tornou possível elevar a qualidade do atendimento médico aos pacientes, em correspondência com as principais doenças do quadro de saúde da população cubana», explicou o ministro.

«Estes resultados, disse, é a melhor maneira de poder comemorar mais um aniversário do triunfo da Revolução e continuar cumprindo com o Conceito de Revolução expresso pelo Comandante-em-chefe, Fidel Castro Ruz».

O doutor Morales Ojeda estendeu os parabéns pelo Triunfo da Revolução a cada trabalhador da saúde pública dentro e fora do país, nas 67 nações onde hoje Cuba tem colaboração médica, e seus desejos de felicidade e sucessos no âmbito pessoal e familiar.

«Temos a convicção de que não existe problema sem solução, do que se trata é de encontrá-la e isso é possível se o coletivo se converter em um exército de pensadores, onde todos contribuam», referiu.

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