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Diário Liberdade
Segunda, 30 Abril 2018 09:04 Última modificação em Quinta, 03 Mai 2018 22:34

Difundimos comunicados de organizaçons da esquerda galega perante o 1º de Maio

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País: Galiza / Laboral/Economia / Fonte: Diário Liberdade

Em dias passados, reproduzimos a posiçom da CIG neste 1º de Maio. Reproduzimos agora as posiçons públicas dos partidos e outras organizaçons galegas de esquerda de que tivemos conhecimento, nas vésperas do Dia do Internacionalismo Proletário.

CNT

Primeiro de Maio: Manifestación en Compostela

Manifestación do Primeiro de Maio da CNT, ás 12:30 na Praza 8 de Marzo (Compostela)
Enmarcado dentro dun ambiente de mobilizacións, tras a Folga Feminista do 8M, as masivas manifestacións contra a Lei Mordaza, a loita pola Defensa das Pensións Públicas, as protestas en Catalunya, entre outras moitas mobilizacións, a CNT comeza a campaña de difusión do Primeiro de Maio, visibilizando á muller como promotora e cabeza visible da loita sindical en Galiza.

Con esta campaña, primeira no tempo despois da Folga Feminista do 8M, CNT quere manter viva a flama da protesta, para manter o pulso ao governo da mordaza, da conxelación das pensións e salarios, as reformas laborais, a precarización dos servizos e persoal público e o machismo institucional.


CUT

1º de MAIO: non é unha ponte, é o día da clase traballadora

Quen fala do 1º de maio coma unha ponte de vacacións debe saber que:

  • Está a faltarlle ao respecto á memoria da clase traballadora.
  • Está a ser cómplice da súa escravitude, porque non hai mellor persoa escrava que aquela que acepta o relato da clase dominante.
  • Está a esquecer que é un traballador ou traballadora cunha serie de dereitos que outros e outras pelexaron.
  • Está a caer no auto-engano de pensar que non ten que lembrar nada porque ao poder ir de ponte o movemento obreiro non ten nada que ver con el ou ela.

Hai trinta anos era impensábel que un traballador ou traballadora non soubera o significado deste día, e era imposíbel porque tiña memoria e conciencia de clase. A clase traballadora non pretendía ser o que non é, sabía quen era o seu inimigo e sabía que para ter dereitos tiña que pelexalos.

É hoxe cando o capital e a patronal están a aplicar as lexislacións máis regresivas dos últimos 50 anos, cando máis están a apertar os parafusos, cando máis dereitos nos están a quitar sen que haxa contestación algunha nas rúas. Iso si, somos felices na explotación porque podemos endebedarnos para consumir e para ir “de ponte” no 1º de maio, da ponte que nos tirarán se continuamos así.

Nós, este 1º de maio volvemos ás rúas no DÍA INTERNACIONAL DA CLASE TRABALLADORA, e na nosa memoria está a orixe deste 1º de maio.

Foi en Chicago, foi en 1886, máis de 200.000 traballadores e traballadoras, moitos deles emigrantes italianos e alemáns (eses, que ao igual que os españois que algo saben de emigrar, agora lle negan o pan aos refuxiados), puxéronse en folga reclamando unha xornada laboral de 8 horas, a que hoxe temos e que aos poucos vai medrando mentres imos de ponte. A folga rematou con violencia, con tres condenados a cadea e cinco condenados a morte. Ademais da represión conseguiuse outra cousa, sabedes cal? A xornada laboral de oito horas!

POLOS MÁRTIRES DE CHICAGO, POR TODAS NÓS, O 1º DE MAIO SAÍMOS A RÚA!

SÚMATE ÁS MANIS DA CUT


Briga

Prendendo a faísca da greve geral na Galiza

Chegamos de novo ao Primeiro de maio, Dia do Internacionalismo Proletário, o que deverá ser um dia de luita de classe e de síntese das luitas e confrontos contra o capital. Nós como parte consciente e organizada da classe trabalhadora, realizamos o estudo das condiçons da classe e as suas expressons de luita na Galiza atual para atuar dum modo eficaz e ajeitado no seio da mesma, eis aqui a nossa leitura.

A nível mundial levamos umha década de pós-crise capitalista sobre as nossas costas marcada no económico polos intentos do capital para superar os seus próprios limites históricos afundando no modelo neoliberal, e dizer concentrando e centralizando ainda mais a riqueza e procurando maximizar os benefícios aumentando enormemente a exploraçom intrínseca ao trabalho assalariado.

Esta tendência materializa-se no Estado espanhol com duas reformas laborais chaves para consolidar os rendimentos do capital sobre o mundo do trabalho, anular a incidência da negociaçom coletiva e dinamitar os direitos sociais adquiridos nas diversas batalhas do movimento obreiro e social fazendo recair nos ombros da maioria social e mui especialmente na juventude as desgraças dum modelo produtivo insustentável, predador do médio e da saúde física e mental das pessoas. Como povo, os lustros de destruiçom das forças produtivas e de reconversom dos setores chaves da nossa estrutura produtiva acentuam a nossa condiçom de naçom dependente e marcam de jeito decisivo as relaçons de produçom da nossa classe. Isto constata-se em diversos ámbitos: no naval, no mar, no agro, na gadaria, na indústria têxtil, na exploraçom florestal, no metal...  

A juventude galega nom encontra já o amparo socializado na mal chamada “sociedade do bem-estar” suportado através das lógicas do trabalho assalariado estável e sofre a hora de artelhar a resposta das incapacidades de ligar a imprescindível luita coletiva a um emprego concreto que se estende ao longo da sua vida laboral. Hoje em dia coma jovens constatamos umhas perspectivas de futuro cada vez menos otimistas sobrevivendo numhas condiçons materiais de vida que oscilam entre a precariedade, o desemprego ou o exílio econômico.

O mundo do emprego na juventude divide-se entre as terríveis cifras dum desemprego que se estabiliza em 21% e a época da normalizaçom da precariedade onde a temporalidade do emprego afeta 57% das jovens trabalhadoras e onde os rendimentos do capital sobre o trabalho se disparam na juventude: as menores de 35 anos cobramos por hora de trabalho 22% menos, chegando esta cifra entre menores de 25 até  42% de diferencia. A saída para as capas populares resulta no exílio por motivos econômicos que podemos comprovar na incidência da emigraçom juvenil, já que entre o ano 2008 e 2016, o número de jovens (menores de 34 anos) reduziu-se em 181.067, o que supom que no ano 2008 havia 21,3% mais de jovens que na atualidade.

Como classe operária galega; e particularmente como parte setorial nova, enérgica e consciente devemos organizar-nos com a ideia de articular um movimento operário galego que responda às necessidades de classe na Galiza de hoje, que como mostramos ameaçam e cercam qualquer esperança de vida digna.

Para esta luita semelha imprescindível continuar a estar organizadas nos centros de trabalho através das centrais sindicais galegas, que com todas as suas contradiçons, som a dia de hoje a melhor ferramenta de defesa e combate com a que opera a classe à hora de respostar aos despedimentos, garantir o cumprimento dos convénios coletivos, conseguir melhoras salariais ou na condiçom do emprego. Saudamos deste jeito as luitas das precárias de Bershka que ganharom um pulso ao gigante de Inditex, as grevistas do metal na comarca da Corunha, as trabalhadoras em luita da justiça galega e a cada conflito que se dá num bar, numha loja, fábrica, no trabalho do fogar e em cada ponto onde as que movemos o mundo somos quem de achar-nos para confrontar com o capital nas suas diversas expressons.

Além disto, a nossa classe, e especialmente a juventude, enfrenta umha tarefa complexa e diferente, dar resposta às necessidades da nossa classe; a morada, infraestruturas para a mobilidade, tempo ou alternativas de ócio...

As necessidades emancipatórias da juventude partem da impossibilidade de emancipaçom econômica e estendem-se ao longo da nossa quotidianidade: Galiza é o território do Estado onde menos jovens podem abandonar o núcleo familiar e à hora de fazê-lo precisamos dedicar de média mais da metade de um salário tipo só para o aluguer, os preços do transporte público reduzem drasticamente as nossas possibilidades de mobilidade acentuando-se isto nas zonas rurais, vilas e periferia das cidades, sofremos para poder ir ao cinema, poder inscrever-nos a atividades desportivas ou comprar um livro. Somos precárias no amplo senso da palavra e nós queremos todo: a morada, o lazer, o desporto, os cuidados...

De BRIGA sabemos das oportunidades que brindam o conflito e a luita, e das potencialidades que temos quando nos unimos desde coordenadas revolucionárias para brigar com o capital, por isso aguardamos que a greve geral anunciada pola CIG sirva de catalisador e acelerador de tempos para reorientar as tarefas defensivas e ofensivas do sindicalismo de hoje e das batalhas que temos por ganhar dentro mas também fora dos centros de trabalho. 

Concluímos aguardando que este Primeiro de maio seja a faísca que prenda na greve geral proposta pola CIG e que esta jornada de mobilizaçom e conflito sirva para conquistar melhoras concretas e parciais que contribuam na luita pola emancipaçom da classe trabalhadora na batalha contra o capital, que só acabará com o controlo social dos meios produtivos e reprodutivos da vida através da construçom da República Socialista Galega.


Isca!

Non hai alternativas no capitalismo. Á rúa cara á Folga Xeral!

O goberno central leva varios anos entoando o “discurso da recuperación”. Dísenos que o desemprego descende, que as exportacións e o consumo aumentan, que atraemos inversión estranxeira e que a economía crece e seguirá a crecer nos anos vindeiros. O que se omite neste relato idílico é que os soldos seguen a ser miserables, que os contratos temporais son xa a norma e non a excepción, e que o desemprego segue a situarse en niveis escandalosos – 16% no conxunto do Estado, 14,7% en Galiza.

Todos estes problemas, comúns ao conxunto da clase obreira, agrávanse na mocidade. A temporalidade entre as traballadoras máis novas é do 57%, e o 55% das persoas con emprego de menos de 35 anos traballa a tempo parcial. Hai, ademais, unha brecha xeracional considerable no relativo aos salarios: as traballadoras de menos de 25 anos cobran a metade que as de máis de 55.

Por suposto, nada disto é casual, nin debe levar a sorpresa. Os axustes salariais, a prolongación das xornadas laborais, o aumento dos ritmos de traballo, son todos elementos indispensables para aumentar a explotación da clase obreira, única forma que coñece e coñeceu sempre o capitalismo para saír das súas crises. Cando o capital considera que os beneficios no son suficientes, que a explotación laboral non é todo o intensa que debería ser, deixa de inverter, paraliza a economía, e realiza despedimentos en masa coa finalidade de someter aos traballadores pola fame. O desemprego é, en palabras de Marx, o látego da burguesía, e é por tanto inseparable do propio sistema capitalista.

Nesta labor súa de disciplinamento da forza de traballo, o capital conta, ademais, coa axuda inestimable do –seu- Estado que, independentemente da suposta cor política dos ministros de turno, actúa sempre a favor dos explotadores. Boa mostra desto son as reformas laborais do PSOE e do PP, destinadas a abaratar o despedimento, facilitar a diminución dos salarios e derruír a capacidade de presionar e negociar das organizacións sindicais.

A clase obreira galega, e moi particularmente os seus sectores máis novos, activos e conscientes, debe facerse á idea de que a batalla que temos por diante é dura e complicada, que non existen solucións sinxelas e rápidas aos nosos problemas. Debemos empezar por organizarnos en cada barrio, en cada centro de traballo, apoiándonos no sindicalismo combativo e de clase representado pola CIG. É imprescindible que nos mobilicemos a favor de demandas elementais, contra os despedimentos, contra o incumprimento dos convenios, pola estabilidade do emprego pero tomando conciencia sempre de que os problemas que afectan a nosa clase só poden atopar unha solución definitiva mediante a supresión da propiedade privada burguesa e a construción do socialismo.


Galiza Nova

1º DE MAIO 2018: CARA A FOLGA XERAL NA GALIZA

Non hai alternativas… no capitalismo!

Este 1º de maio contra o goberno, a UE e a patronal. Todas á rúa pola Folga Xeral!

Neste 1 de maio dende Galiza Nova chamamos a mocidade traballadora galega a participar das mobilizacións convocadas pola Confederación Intersindical Galega.

As actuais políticas do Partido Popular no Estado Español e na Xunta, están batendo con forza entre a mocidade. O desemprego en Galiza continúa a empeorar batindo récords históricos. Porén, o problema real reside na precarización dos contratos. Os contratos temporais ou a tempo parcial seguen a aumentar, é dicir, que a gran maioría das traballadoras que actualmente accede a un posto de traballo faino durante un mes, unha semana ou mesmo días. Mentres, moitas mozas vense obrigadas a coller as maletas e emigrar, ao non teren unha alternativa real na nosa terra.

Desde Galiza Nova, esiximos a posta en marcha de políticas protudivas que garantan os nosos dereitos, como son a eliminación das Empresas de Traballo Temporal, a eliminación das horas extra e redución da xornada laboral a 35 horas, ou a inmediata derrogación das reformas laborais aplicadas polo PSOE e o PP. Apostamos por unha Galiza que sexa capaz de producir postos de traballo dignos e estábeis para a mocidade, garantindo a independencia das mozas e o seu futuro na nosa terra.

É por iso que dende Galiza Nova apostamos pola convocatoria dunha folga xeral na Galiza, apoiando a campaña a prol da súa convocatoria que está a levar a cabo a CIG. A folga xeral é o instrumento da clase traballadora para conquistar os seus dereitos a través da mobilización e a loita na rúa, para conquistar un futuro mellor.


UPG

1º de maio. Avante a folga xeral galega

Encaramos máis un 1º de maio, Día do Internacionalismo Proletario, nun contexto marcado pola continuada agresión contra a clase traballadora e o conxunto das clases populares da nosa nación. Un saqueo que, sob a coartada da crise capitalista, é perpetrado por parte dos gobernos da dereita españolista ao ditado da Unión Europea e dos intereses do grande capital. Vemos, pois, que a pesar de as cifras macroeconómicas daren algúns síntomas de recuperación, a economía real e, singularmente, as condicións materiais de vida e de traballo do noso pobo, non só non teñen mellorado senón que continúan a empeorar. Ao desemprego insoportábel, que provoca a expulsión por millares da nosa mocidade, acrecéntase unha brutal vaga de precarización das condicións laborais e o empobrecemento dos salarios. Fenómenos que se articulan e integran nunha estratexia xeral que ten por obxecto alargar o nivel de explotación da maioría do pobo para seguir aumentando os lucros dunha minoría, a cada vez máis rica e poderosa.

No caso do noso país, Galiza, o papel dependente que nos impón o deseño centralista do Estado español e mais a UE, acaba por agravar a situación, provocando un esmorecemento produtivo que desertiza actividades estratéxicas, como a industria, e engole a nosa base produtiva. Nestas condicións faise máis evidente do que nunca que a reivindicación do noso dereito a vivirmos con dignidade do noso traballo na propia terra exixe tamén da conquista da independencia nacional, para orientar a política económica, social, industrial e laboral ao servizo dos intereses do pobo traballador galego e sentar as bases da construción do socialismo.

Diante desta ofensiva sen límites contra a clase traballadora galega, faise indispensábel robustecer a resposta obreira e popular a través da mobilización e o conflito, nas rúas e nos centros de traballo de toda a nosa nación. Nese sentido, toda vez que asistimos a un aumento significativo da conflitividade e da capacidade de mobilización –que ficaba en parte adormecida pola miraxe dunha imposíbel solución “rupturista” en chave estatal española–, é preciso orientar a raiba e o descontento social en acción organizada.

O chamado da CIG a promover a convocatoria dunha Folga Xeral é un paso non só necesario senón estratéxico. Hai motivos suficientes e, sobre todo, hai condicións para a clase traballadora galega dar, máis unha vez, unha contestación firme e contundente ao desemprego, a precariedade, o empobrecemento de salarios, a ameaza ás pensións, os recortes nos servizos públicos e a vaga represiva, coa que a dereita españolista nos abafa. Razóns tamén, todas elas, para continuarmos a loita pola soberanía da nosa nación e pola construción dunha sociedade realmente democrática, xusta, igualitaria e libre.

Loita con nós

Por unha Galiza soberana,

Pola independencia nacional e o socialismo


Agora Galiza

1º de Maio, Dia do internacionalismo proletário Classe obreira em pé!
A passividade perante as agressons em curso e perante as novas medidas ultraliberais de cortes e austeridade anunciadas, possibilita que ano após ano, perdamos direitos e liberdades.

A “crise” capitalista tem sido aproveitada pola burguesia para lançar a maior ofensiva contra o mundo do Trabalho nas últimas décadas, tem sido aproveitada para amassar grandes fortunas a custo da miséria e o empobrecimento de amplos setores do povo trabalhador.

O desenho final da involuiçom que promove o Capital pretende impor um cenário sociolaboral similar ao da primeira revoluçom industrial.

Enquanto a classe obreira galega siga acreditando nas possibilidades de mudar o rumo dos acontecimentos mediante o simples apoio eleitoral aos partidos interclassistas e pactistas, que se autodefinem como de “esquerda”, “progressistas”, e mesmo “ruturistas”, a derrota está assegurada.

Enquanto a classe obreira e o povo empobrecido da Galiza continuemos apoiando sindicatos amarelos e sigamos delegando a defesa dos nossos interesses nas burocracias sindicais, a derrota está assegurada.

Enquanto a classe obreira galega acreditemos que só com procissons laicas poderemos parar a ofensiva do inimigo, a derrota definitiva é mera questom de tempo.

Sem reagirmos, sem implicar-nos ativamente na defesa dos nossos direitos, das nossas liberdades, sem luitarmos de forma organizada e coletiva por recuperarmos o perdido e melhorar a nossa situaçom, cada ano recuaremos mais.

A luita concreta por manter o poder aquisitivo, por melhores salários, por umhas pensons de qualidade, por emprego estável, na defesa da sanidade e educaçom pública, contra a emigraçom, deve estar enquadrada na superaçom do sistema capitalista e em tombar o regime de 78.

Estamos numha conjuntura em que o fascismo mostra sem rubor as suas gadoupas. Nos meios de [des]informaçom, no aparelho judicial, na podre e corruta casta política empoleirada nas instituiçons, dia a dia constatamos como o fascismo emerge mediante a conculcaçom dos mais elementares direitos democráticos, na perseguiçom da liberdade de expressom, na censura, na criminalizaçom permamente de quem luita.

Nom podemos continuar assim, sem reagir, acreditando em falsas saídas eleitorais, nas remudas de partidos que promove a oligarquia para fortalecer mediante a alternáncia esta ditadura burguesa disfarçada de democracia.

Seguir incidindo em que todo se arranja deslocando o PP da Moncloa e de Monte Pio é outro engano mais.

A classe obreira tem o dever histórico e a necessidade presente de dirigir o movimento popular, de focá-lo na deslegitimaçom e superaçom do regime postfranquista, em procurar a convergência das luitas sociais, em implementar umha estratégia de luita permanente e encadeada.

Só umha Revoluçom Socialista de caráter antipatriarcal assegura o nosso futuro. E a construçom dumha sociedade socialista na Galiza só é possível dotando-nos de um Estado próprio, de caráter operário, recuperando a independência e a soberania nacional conculcada por Espanha.

A greve geral é umha ferramenta eficaz se está concebida como ponto de inflexom para abrir umha nova fase na luita, mas se é unicamente empregue com finalidade eleitoralista, simplesmente é mais um engano dos partidos oportunistas à classe obreira.

Neste 1º de Maio de 2018, Agora Galiza transmite a sua solidariedade internacionalista à classe operária de todo o mundo e aos povos como o sírio, palestiniano, iraquiano, iemenita, catalám, cubano, venezuelano, do Dombass que resistem e combatem as embestidas do imperialismo.

Viva a luita operária!

Viva a classe operária galega!

Viva o internacionalismo proletário!

Independência e Pátria Socialista!

Alerta antifascista!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Galiza, 19 de abril de 2018


Corrente Vermella

O FMI, a UE, Goberno e patronal celebran a "recuperación económica". Para eles son máis beneficios, para nós máis precariedade laboral e social. O ano 2017 as empresas do IBEX 35 gañaron máis de 40.000 millóns, 16% máis que o anterior. E entre 2016 e 2017, o 1% máis rico, o que concentra nas súas mans o 25% da riqueza, acaparou o 40% da nova riqueza creada, mentres o 50% máis pobre só alcanzaba o 7% (datos de Intermon Oxfam).

Os seus beneficios son a nosa precariedade
Din que crean emprego. En realidade, promoven a eventualidade e o traballo a tempo parcial, os empregos-lixo. Hai 2,8 millóns de subempreados a tempo parcial, a maioría mulleres. Só o 3,4% dos novos contratos son indefinidos e a tempo completo; o 90% son eventuais e cunha duración media de 52 días.
A precarización é tan grande que traballar xa non salva da pobreza. Temos 2,4 millóns de traballadores pobres e cada ano aumenta o seu número. Iso, sen falar dos traballadores inmigrantes, gran parte dos cales ve negados os seus dereitos básicos pola Lei de Estranxeiría.
E mentres un terzo dos fogares depende das pensións dos maiores, o Goberno reduce cada ano o seu poder adquisitivo. Iso, cando máis da metade das pensións están por baixo do salario mínimo e a media é de 930... Encima, o próximo ano queren aplicar o "factor de sustentabilidade" para recortar drasticamente as novas pensións.
Xa levamos nestas datas 11 asasinatos de mulleres, ante a burla dun "pacto de Estado" sen fondos para protexer ás mulleres maltratadas e ameazadas.
Os desafiuzamentos, ante a inoperancia dos "concellos do cambio", non baixan, empuxados pola subida brutal dos alugueres, os salarios miserables e un parque público de vivendas ridículo. O ano pasado houbo 60.000 desafiuzamentos e en leste van a máis, mentres os fondos voitre e os especuladores, man a man cos bancos, quedan coas vivendas. En Sanidade e a Educación, en lugar de reverter os recortes que mutilaron os servizos, mantéñenos e aínda profundan.

A deríva autoritaria do réxime monárquico
Esta política do Goberno e os seus aliados, ditada pola Unión Europea e ao servizo de banqueiros e grandes empresarios, vai da man dunha deriva autoritaria moi grave do réxime monárquico, que mostra ás claras a súa natureza de herdeiro do franquismo.
Esta deriva, encabezada polo Rei, diríxese en primeiro lugar contra o independentismo catalán, nunha campaña vingativa de represión que busca impor un castigo exemplar a Cataluña por atreverse a exercer o seu dereito a decidir o pasado 1 de outubro. Por iso manteñen o 155, procesan alcaldes, manteñen a dirixentes independentistas en prisión preventiva de maneira inxustificada e fabrican artificialmente delitos de rebelión e malversación. Unha fabricación tan basta que ata o tribunal alemán de Schleswig-Holstein cuestionou a euroorden de extradición do xuíz Llarena, sacándolle as cores ao réxime.
Pero non é só Cataluña, a onda represiva afecta a todo o Estado. Os casos de Altsasu (onde cualificaron unha pelexa de bar como delito de terrorismo e piden 375 anos de cárcere para oito novos) ou o de Tamara Carrasco (a moza catalá dos CDR á que o fiscal acusa de terrorismo e rebelión por cortes de tráfico) mostran que calquera delito por alteración de orde pública pode converterse en delito de terrorismo, en base aos cambios no Código Penal aprobados polo PP-PSOE. Hai 300 sindicalistas procesados en aplicación do artigo 315 do Código Penal. En base á Lei Mordaza ditaron prisión para rapeiros polas súas letras, detiveron a 73 persoas polos seus comentarios nas redes sociais, han procesado a máis de 60 por "enaltecemento do terrorismo" e impuxeron, só en 2016, 34.000 multas e 19.500 sancións.

Indignación social dun lado e colaboracionismo por outro
Ante esta situación a indignación social crece. Viuse o 8 de Marzo e vese nas manifestacións das Mareas e Coordinadoras Pensionistas, as mobilizacións en Murcia e as folgas dispersas. Vese na manifestación multitudinaria de Pamplona polos mozos de Altsasu e na de Barcelona pola liberdade dos presos políticos e contra a represión.
Se a situación mantense é polo colaboracionismo descarado do PSOE, alicerce do Réxime xunto ao PP (que agora vive horas baixas fronte a C's, que aspira a substituílo como representante da dereita). En canto a Podemos, móstrase impotente, alleo ás loitas e só preocupado pola súa sorte electoral.
Se a situación mantense é tamén pola burocracia de CCOO-UXT que, en lugar de impulsar a mobilización para recuperar salarios, derrogar as reformas laborais do PP e do PSOE e enfrontar a represión, paraliza as loitas e dá osíxeno ao Goberno cos vergoñosos pactos sobre o Salario Mínimo e o de empregados públicos. En pensións, entraron en disputa contra as Mareas e Coordinadoras Pensionistas, tentando reconducir e afogar o movemento dentro do Pacto de Toledo e no cadro da reforma de Zapatero.

Construír desde a rúa unha saída obreira e democrática
Este 1º de Maio temos que saír á rúa xunto ao sindicalismo combativo, as Marchas da Dignidade, as Mareas e Coordinadoras en defensa das pensións públicas, cos movementos sociais, para arroupar as loitas en curso e unificar forzas. Para construír á calor desas loitas unha saída obreira e democrática que rompa o círculo vicioso que esteriliza as loitas ao conducilas ao terreo das eleccións e do xogo parlamentario no seo dunha monarquía que xoga coas cartas marcadas ao servizo dos capitalistas e os capitostes do réxime. Non haberá cambio social, nin cambio económico, nin cambio político, sen construír desde a rúa, as empresas e os centros de estudo unha saída de clase que rompa esas regras do xogo.
-Contra a precariedade: Pola derrogación das reformas laborais do PP e do PSOE!
-Por salario e pensións mínimas de 1.084 ? e revalorización automática co IPC.
-Por unhas pensións garantidas polo Estado: Derrogación das reformas do PSOE-PP!
-Liberdade dos presos políticos: Fose o 155! Cataluña ten dereito a decidir!
-Liberdade dos mozos de Altsasu, Alfon e os presos por loitar: Derrogación da Lei Mordaza!
Fora Rajoy e a Monarquía!

Solidariedade internacionalista
E como Día Internacional da clase obreira, temos tamén que xuntar forzas solidarias cos traballadores de Francia en loita contra os plans antiobreiros de Macron; co pobo de Palestina, masacrado polo sionismo israelí; co pobo mártir de Siria, afogado en sangue pola ditadura genocida de Bashar Al Assad co apoio de Rusia e Irán; co pobo de Nicaragua, reprimido e tiroteado pola ditadura de Ortega.

Proletarios de todos os países, unídevos!
Viva o 1º de Maio!


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