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Quarta, 29 Março 2017 18:51 Última modificação em Sábado, 01 Abril 2017 16:10

Venezuela derrota pretensões imperialistas dos EUA na OEA

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País: Venezuela / Direitos nacionais e imperialismo / Fonte: AVN

A Venezuela conseguiu nesta terça-feira uma grande vitória na Organização dos Estados Americanos (OEA), porque não foram aprovados nem a Carta Democrática Interamericana nem o relatório ingerencista promovido pelos Estados Unidos e México contra a pátria de Bolívar, afirmou o presidente da República, Nicolás Maduro.

"Conseguimos uma grande vitória, nem foi aprovada a Carta Democrática nem foi aprovado o comunicado infame da coalizão de países de governos de direita. Triunfo popular, vitória popular para a Venezuela. Derrotamos o Departamento de Estado, derrotamos a chancelaria mexicana e a direita venezuelana", disse o chefe de Estado no Palácio de Miraflores, em Caracas.

Maduro destacou o papel da ministra das Relações Exteriores, Delcy Rodríguez, na defesa da soberania e independência da Venezuela, diante dos constantes ataques ingerencistas.

A Venezuela se solidarizou com El Salvador, República Dominicana e Haiti - membros da OEA– após os ataques do senador dos EUA, Marco Rubio, que ameaçou estas nações se votavam a favor da democracia venezuelana no Conselho Permanente do organismo.

"Hoje, El Salvador, República Dominica e Haiti fizeram discursos históricos de apoio ao direito à paz, à independência e de repúdio contra qualquer golpe de Estado contra nossa Venezuela. Aí está a resposta da dignidade", afirmou.

Ainda quando a Revolução Bolivariana obteve um triunfo na OEA, o presidente Maduro exortou o povo venezuelano a se manter mobilizado ante os constantes ataques ingerencistas, promovidos por eixos imperiais.

"O povo falou. O que temos que fazer? ir para as ruas, mobilizar-se, batalhar, isso é o que temos que fazer. Ganhar esta batalha, isso é o que temos que fazer. Não querem ver que o chavismo, que nós que amamos este país, é uma realidade (...) que estamos em luta permanente, que temos moral, a Constituição, o poder da palavra", disse.

O presidente venezuelano disse ainda que a Venezuela vai processar Almagro pelas constantes campanhas de mentiras contra autoridades da nação, entre elas o vice-presidente Executivo, Tareck El Aissami.

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