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Terça, 04 Junho 2019 10:11 Última modificação em Quarta, 19 Junho 2019 22:49

Honduras com suspeita de fraude no processo eleitoral

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País: Honduras / Institucional / Fonte: Pátria Latina

O que muitos gritam a voz em pescoço em Honduras parece ser verdadeiro: a fraude eleitoral levou a Juan Orlando Hernández outra vez à presidência, segundo advertem os meios de imprensa locais, políticos e personalidades.

Ao referir a um artigo publicado pela corrente BBC News Mundo a respeito de Archimedes Group, assinala que esta companhia israelense incidiu na fraude nas eleições do passado 2017.
Segundo o trabalho titulado Como operava Archimedes Group, a companhia israelense vetada pelo Facebook e acusada de interferir nas eleições do México, Panamá e Honduras, o grupo ‘pôs toda sua artilharia a serviço da desinformação em Honduras com a criação de portais de notícias falsos.’

No caso de países latino americanos e em particular de Honduras, nação com um dos índices mais altos de violência do mundo e que vive uma crise democrática desde o golpe de 2009, procurava irritar e polarizar a opinião.

Uma das páginas removidas pelo Facebook foram ‘Meu Presidente JOH (Juan Orlando Hernández)’, com apoio explícito às políticas de Hernández.

Hernández é o primeiro presidente reelegeu

neste país em umas questionadas eleições, resultado que provocou uma onda de protestos com bloqueios nas principais ruas de Tegucigalpa e San Pedro Sula.

O grupo israelense promoveu seu lugar site até a passada quinta-feira 16 de maio, quando o Facebook vetou esta companhia e suas subsidiárias por ‘violar repetidamente a política de tergiversação, entre outras, e viralizar comportamentos fictícios’.

Archimedes Group junto a 65 contas, 161 páginas, 23 grupos, 12 eventos e quatro perfis de Instagram que se coordenavam para disseminar conteúdo sobre política latino americana, africana e sul asiática foram eliminados do Facebook.

O próprio grupo, poucas horas após seu veto, começou a apagar de seu site blocos de texto nos que admitia ‘empregar toda ferramenta e vantagens disponíveis para mudar a realidade de acordo aos desejos de seus clientes’.

Uma das páginas eliminadas pelo Facebook corresponde a um perfil dedicado a atacar ao ex presidente Manuel Zelaya (2006-2009), e outro em apoio direto a Hernández.

‘Assim opera a máfia internacional que nos impôs a DITADURA de ‘Joh’ para benefício dos grandes capitais e seus lacaios em HONDURAS’, escreveu Zelaya (2006-2009) em sua conta no Twitter.

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