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Diário Liberdade

[Felipe Bianchi e Leonardo Severo] Nesta entrevista realizada na sede do movimento No+AFP (Não mais Administradoras de Fundos de Pensão), em Santiago, o porta-voz da organização, Luis Mesina, denuncia como o sistema de capitalização da Seguridade Social implantado “em meados dos anos 1980, sob a tirania de Augusto Pinochet”, “condena 97% dos chilenos a aposentadorias miseráveis”, “sendo a expressão trágica de um sistema que nega direitos fundamentais, lançando idosos a cenários desesperadores”.

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O novo estudo sobre a sustentabilidade do sistema público de pensões, patrocinado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, hoje divulgado, insere-se na mais recente campanha de ataque ao sistema público de segurança social que, assente no argumento da futura insustentabilidade do sistema, tem como objectivo último a privatização da segurança social.

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Durante um encontro com pessoas da terceira idade, o presidente da República, Nicolás Maduro, informou nesta terça-feira que a Venezuela atingiu a meta e 100% da terceira idade já recebe uma pensáo após aprovação de 275.110 novas pensões. 

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O Governo apresentou recentemente um documento sobre as reformas antecipadas, protecção das carreiras longas, onde para além de reafirmar as posições anteriores, acrescentou informação mais detalhada em relação às penalizações e bonificações.

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Os reformados chilenos estão a sofrer com as consequências da privatização do sistema de pensões no Chile em 1981, que lhes paga uma reforma correspondente a cerca de um terço do salário da vida ativa. Os protestos pelo fim do sistema privado de pensões subiram de tom nas últimas semanas e juntaram 1.3 milhões de pessoas nas ruas do Chile este domingo, segundo os organizadores.

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[Fernanda Mateus] Na última semana, os órgãos de comunicação social deram eco às iniciativas legislativas do CDS-PP na área dos idosos e associadas à promoção de um «envelhecimento activo», um termo profusamente usado pelos promotores da política de direita e cujas medidas basilares são emanadas dos centros do grande capital e da UE, tendo como objectivos não o aprofundamento dos direitos dos reformados, pensionistas e idosos, nem tão pouco a protecção social na velhice assegurada pelo Sistema Público de Segurança Social, mas todo um processo de profunda regressão civilizacional em matéria de direito à reforma e a uma pensão digna.

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