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Domingo, 16 Abril 2017 08:00 Última modificação em Quarta, 03 Mai 2017 20:31

Sete frases de Lenin que retratam a atual situação no Brasil Destaque

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País: Brasil / Batalha de ideias / Fonte: Diário Liberdade

O líder do Partido Bolchevique que encabeçou a revolução socialista de outubro de 1917 é detentor de uma vasta obra teórica e de propaganda.  

Lenin escreveu diversos artigos em jornais, livros e folhetos de agitação para a militância revolucionária de sua época e a classe trabalhadora, camponesa e os saldados russos. Não é nenhum exagero dizer que, muito do que ele escreveu e analisou, não perdeu a atualidade, ainda mais nos dias de hoje em que o Brasil enfrenta problemas complexos decorrentes da crise do sistema capitalista mundial.

Neste dia 16 de abril, quando completam-se exatos cem anos do regresso de Lenin à Rússia, recordamos algumas frases espalhadas por vários escritos do líder revolucionário.

1. “Quando a indústria prospera, os patrões obtêm grandes lucros e não pensam em repartir com os operários. Mas durante a crise os patrões tratam de despejar sobre os ombros dos operários os prejuízos.” (Sobre as greves)

2. “Os governos são empregados da classe dos capitalistas. Os empregados são bem pagos. Os empregados são os próprios acionistas. E em conjunto tosquiam os carneirinhos ao som dos discursos sobre 'patriotismo'...” (Os armamentos e o capitalismo)

3. “A propriedade privada baseada no trabalho do pequeno patrão, a livre concorrência, a democracia, todas essas palavras de ordem por meio das quais os capitalistas e a sua imprensa enganam os operários e os camponeses, pertencem a um passado distante. O capitalismo transformou-se num sistema universal de subjugação colonial e de estrangulamento financeiro da imensa maioria da população do planeta por um punhado de países 'avançados'.” (Imperialismo, fase superior do capitalismo)

4. “Os capitalistas chamam liberdade de imprensa à liberdade dos ricos de subornarem a imprensa, à liberdade de utilizar a riqueza para fabricar e falsificar a chamada opinião pública.” (Teses e relatório sobre a democracia burguesa e a ditadura do proletariado)

5. “O reformismo é uma conquista burguesa dos operários, que permanecerão sempre escravos assalariados, apesar de determinadas melhorias, enquanto existir a dominação do capital. […] A burguesia liberal, dando reformas com uma das mãos, retira-as sempre com a outra, as reduz a nada, utiliza-as para subjugar os operários, para os dividir em diversos grupos, para perpetuar a escravidão assalariada dos trabalhadores. Por isso o reformismo, mesmo quando é inteiramente sincero, transforma-se de fato num instrumento de corrupção burguesa e enfraquecimento dos operários. […] Os reformistas procuram dividir e enganar os operários com esmolas, afastá-los da sua luta de classe. […] Quanto mais forte é a influência dos reformistas sobre os operários, tanto mais fracos são os operários, tanto mais dependentes da burguesia, tanto mais fácil é para a burguesia reduzir as reformas a nada por meio de diversos subterfúgios. Quanto mais independente e profundo, quanto mais amplo pelos seus objetivos for o movimento operário, quanto mais livre ele for da estreiteza do reformismo, tanto melhor os operários conseguirão consolidar e utilizar as melhorias isoladas.” (Marxismo e reformismo)

6. “A democracia tem uma enorme importância na luta da classe operária por sua emancipação. Mas a democracia não é um limite que não possa ser ultrapassado, e sim uma etapa no caminho que vai do feudalismo ao capitalismo e do capitalismo ao comunismo.” (O Estado e a revolução)

7. “Nem a opressão dos de baixo, nem a crise dos de cima, são suficientes para produzir a revolução – a única coisa que produzirão será a putrefação do país – se o referido país não possuir uma classe revolucionária capaz de transformar o estado passivo de opressão em estado ativo de cólera e de insurreição.” (A comemoração do Primeiro de Maio pelo proletariado revolucionário)

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