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Diário Liberdade
Domingo, 23 Outubro 2016 14:59 Última modificação em Quarta, 26 Outubro 2016 00:44

Eleições aldrabadas são uma tradição americana

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País: Estados Unidos / Institucional / Fonte: Resistir

[Paul Craig Roberts] Será que os americanos têm memória? Por vezes pergunto-me.

É um facto óbvio que o Um Porcento oligárquico abençoou Hillary, apesar da multiplicidade dos seus problemas, destinando-a presidente dos EUA. Há relatórios de que a sua equipe já está a entrar nos seus gabinetes na Casa Branca.

Esta grande confiança antes da votação sugere que os patins foram lubrificados.

A presente cause celebre contra Trump é a sua declaração condicional de que não pode aceitar os resultados eleitorais se eles parecerem terem sido aldrabados (rigged). Os presstitutos imediatamente saltaram sobre ele por "desacreditar a democracia americana" e por "romper a tradição americana de aceitar a vontade do povo".

Que estupidez! Eleições roubadas são a tradição americana. Eleições são roubadas a todos os níveis – estaduais, locais e federal. O roubo do presidente da municipalidade de Chicago, Richard J. Daley, e, portanto, do voto de Illinois para John F. Kennedy é lendário. O roubo pelo Supremo Tribunal dos EUA, republicano, da eleição presidencial de Al Gore ao impedir a recontagem da votação na Florida é outro exemplo lendário. As discrepâncias entre os inquéritos eleitorais e os votos contados das máquinas de votação electrónica secretamente, que não apresentam relatórios escritos também são lendárias.

Então o que é que há de notável acerca da suspeição de Trump de aldrabice eleitoral?

O movimento negro dos direitos civis tem combatido a manipulação desde há décadas. A aldrabice verifica-se de numerosas maneiras. Os negros simplesmente não podem ser registados para votar. Se conseguirem ser registados, há poucos locais de votos nos seus distritos. E assim por diante. Após décadas de luta é impossível que haja quaisquer negros que não estejam conscientes de como é difícil para eles poder votar. Mas, ouvi eu na rede de rádio presstituta da NPR, os Pais Tomás de Hillary a dizerem como era horrível que Trump houvesse lançado suspeição sobre a credibilidade dos resultados eleitorais americanos.

Também ouvi um locutor da NPR sugerir que a Rússia havia não só hackeado os emails de Hillary como também alterado os mesmos a fim de tornar incriminadores documentos inocentes.

Os presstitutos fizeram tudo para demonizar tanto Trump como qualquer menção a aldrabice eleitoral, porque sabem de facto que a eleição será roubada e que terão a tarefa de encobrir o roubo.

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