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Diário Liberdade
Quinta, 06 Setembro 2018 15:42 Última modificação em Sexta, 07 Setembro 2018 03:23

Destruir o progressismo e seus líderes para destruir o povo latino-americano

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Ilka Oliva Corado

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Que não sobre nada da América Latina progressista, nenhum rastro do Niño Arañero [Hugo Chávez (NT)], de Néstor, de Lula, de Dilma, nenhum vestígio de Evo, de Correa, de Maduro, nenhuma marca de Mujica, de Lugo, de Manuel Zelaya. E, obviamente, nenhum indício de Cristina. E que não reste dúvida alguma de que também tentarão destruir Lopez Obrador. Destruir os líderes para destruir o povo. Destruir a memória histórica porque destruindo a raiz não há broto algum e os povos despelados se tornam marionetes e massa amorfa manipulável para os criminosos da oligarquia latino-americana e mundial.


Para destruir os líderes é preciso expô-los como corruptos, ladrões, como traidores, há que inventar que têm contas bancárias milionárias no exterior, falsificar suas assinaturas, manipular fotografias e vídeos e fazê-los parecer culpados por fraudes milionárias.

Há que pagar fortes somas de dinheiro aos meios de imprensa corporativos e subornar jornalistas para que criem um ambiente de desinformação e confundam a população, para que minem o terreno e bombardeá-la dia e noite, de segundo a segundo até fazê-la acreditar e repetir o que os grupos criminosos desejam: odiar e atacar os líderes que fizeram possível a mudança de 15 anos de progressismo e direitos na região.

Não, ninguém iria deixar isso em branco, quem vive da exploração e viram em perigo suas máfias durante esses 15 anos, já se sabia que se iriam com todo o poder da impunidade contra eles: acossando-os, atacando-os e violentando-os em seus direitos para que essa semente em que se converteram não florescesse.

Sem líderes, sem memória histórica, sem informação e conhecimento, sem ferramentas de desenvolvimento, os povos são massas amorfas. Rios de águas calmas, uma cidade que não sabe onde está, é um povo no limbo, que não sabe para onde vai, incapaz de defender seus direitos e exigir justiça. Na medida em que eles estão tentando converter as pessoas que se beneficiaram das políticas de inclusão desses governos.

O poder da impunidade é monumental, mas o poder do povo é grande, é por isso que este deve ter consciência e análise, deve criar o caos que provoca ações que sacodem os baluartes do neoliberalismo que tenta apaziguar toda a dignidade e todos lutar e deve, portanto, defender a honra dos líderes que os dignificaram.

Eles não podem, nunca foram capazes com a força, a indignação, a identidade e a rebelião de um povo que luta por sua soberania. É a soberania que eles tentam roubar, porque um povo dependente, escravizado pela ignorância, é terreno fértil para as oligarquias criminosas.

Os líderes do progressismo deram muito ao povo latino-americano que tal afronta ao poder do capital não lhes será perdoada. Que os povos, gratos e rebeldes, lutem contra qualquer imposição que tente tirar o que foi alcançado. Por isso, devemos à responsabilidade individual e coletiva de informar, questionar, investigar, analisar e mobilizar: tudo a partir dos nossos espaços e possibilidades. Todas as contribuições são necessárias. O poder está em resistir.

Sejamos as pessoas que fazem as sementes dos líderes do progressivismo florescerem. Sejamos as pessoas que defendem os seus direitos que também são nossos. Sejamos as pessoas que demonstramos que na América Latina progressiva a zombaria, o abuso, a exclusão e o esquecimento nunca retornarão.

Sejamos as pessoas que, no mesmo grito de rebelião, defendem a dignidade que os líderes do progressismo nos deram. E sejamos as pessoas que, com todo o peso da lei, as obrigamos a pagar a traição e o abuso àqueles que tentaram nos desonrar.

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