[Miguel Tiago] Pintaram de azul uma bandeira e salpicaram-na com estrelinhas amarelas, usaram a Ode à Alegria como hino, mas a roupagem não esconde o nome verdadeiro da UE: capitalismo.
[Elisa Batalha] Até 500 mil pessoas são violentadas no país a cada ano. Saúde deve estar preparada para enfrentar o problema.
[Javier Sulé / Resumen Latinoamericano] Lucero Nariño diz que não renunciará à luta na vida civil, desta vez sem armas.
Enquanto a hegemonia política do capital se sustenta em partes iguais sobre a violência e o consenso, a superaçom do sistema, e nom só do regime concreto que o representa, deverá surgir da transformaçom material da forma capitalista de reproduçom social, culminando a socializaçom produtiva já existente e socializando em igual medida a sua propriedade. Eis o caminho ao socialismo.
A morte de Agustín Fernández Paz, após doença longa que acabou por levá-lo com 69 anos, deixa um espaço referencial do exemplar serviço ao País por parte da intelectualidade na Galiza.
[Eric Toussaint] Como os portugueses hoje bem sabem as crises da dívida da periferia estão ligadas às crises que surgem nos mais poderosos países e são utilizadas para subordinar os países mais fracos.
[Pedro Marim] Ministra de Finanças e Preços de Cuba, Lina Pedraza, informou na última sexta-feira (8), durante sessão plenária do Sétimo Período Ordinário de Sessões da Assembleia Nacional do Poder Popular, que 54% do orçamento do estado cubano foram aplicados em saúde e educação em 2015.
A Verdade entrevistou Ivan Pinheiro, 70 anos, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Advogado, Ivan iniciou sua militância política ainda na juventude, no movimento estudantil do Rio de Janeiro. Em 1976, ingressou no PCB e foi eleito presidente do Sindicato dos Bancários, importante trincheira de resistência à Ditadura Militar. Nesta entrevista, expõe a opinião do PCB sobre a conjuntura nacional, a luta contra o governo golpista de Michel Temer e defende a unidade das forças populares na construção de uma alternativa à esquerda para a crise capitalista. Da Redação
A Coreia do Norte anunciou o encerramento de uma das últimas linhas de comunicação com os Estados Unidos em retaliação à aplicação por Washington de sanções ao líder Kim Jong Un por abuso dos direitos humanos.
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