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Diário Liberdade
Sexta, 10 Agosto 2018 07:57

China: alguma ordem pós-neoliberal?

[Tradução do Coletivo Vila Vudu] Entrevista realizada em 09/07/2018 por Yohann Koshy a Martin Jacques. Martin Jacques foi editor de Marxism Today. É autor de When China Rules the World (Penguin), Livraria Cultura, ing. Em português, Quando a China mandar no mundo (só se encontra a edição de Portugal, 2012, wook.pt). A Livraria Cultura declara o livro "indisponível" (NTs).

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Quarta, 08 Agosto 2018 00:46

O curioso caso de Bill Browder

[Tom Luongo, Tradução da Vila Vudu] Há poucas semanas, contei a vocês que a primeira Guerra Civil está entre nós, nos EUA.

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[William Engdahl, Tradução da Vila Vudu] O governo Trump tomou a estratégia chinesa de transformação industrial "Made in China: 2025" ou, resumidamente, China 2025, como alvo explícito de sua atual guerra comercial contra a República Popular da China. Os principais países industrializados do ocidente, inclusive a Alemanha, estão compreensivelmente alarmados. Mas estão dez anos atrasados, e até agora se recusam tolamente a colaborar com a China em desenvolvimentos chaves, inclusive da nova iniciativa "Rota da Seda" ou "Iniciativa Cinturão e Estrada", ICE. Aqui quero indicar em rápidas pinceladas o que a China está fazendo. Em artigos adiante discutirei algumas falhas nos fundamentos dessa estratégia industrial chinesa. Aqui se trata de ajudar a compreender o que o projeto "China 2025" representa para o domínio da indústria ocidental.

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Terça, 07 Agosto 2018 00:07

A China e o seu campesinato

[Rémy Herrera] A questão da terra é absolutamente fundamental para compreender a China, assim como para apreender o que diferencia a China da grande maioria dos países do Sul (com excepção daqueles que fizeram uma revolução socialista, como o Vietname ou Cuba). De facto, a China conseguiu alimentar 19% da população do planeta a partir de apenas 8% das terras aráveis do globo. Apesar da amplidão da sua produção agrícola, não mais de 13% da superfície total do país pode ser cultivada. Como o povo chinês e seus dirigentes conseguiram ultrapassar um desafio tão extraordinário? A explicação essencial encontra-se no facto de que na China (como no Vietname ou em Cuba), a terra é pública, propriedade colectiva das comunidades aldeãs e distribuída entre famílias camponesas, que utilizam-na principalmente para a produção de bens agrícolas destinados à manutenção da auto-suficiência alimentar. 

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Sábado, 04 Agosto 2018 19:11

"(B)RICS+": Plataforma anti-hegemonismo

[Salman Rafi Sheikh, Tradução da Vila Vudu] NOTA DOS TRADUTORES: Nessa tradução escreveremos "(B)RICS+" (o Brasil entre parênteses), para fazer lembrar que desde 2/12/2015 o Brasil vive sob golpe. Ninguém deve pressupor que, por estarem presentes à reunião dos (B)RICS, as autoridades brasileiras que lá apareçam tenham qualquer legítima representação democrática.

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[Eduardo Vasco] Nos últimos meses milhares de pessoas saíram com alguma frequência às ruas de cidades vietnamitas em protestos com características semelhantes às chamadas “revoluções coloridas” que estouraram em várias partes do mundo na última década, tal como a “Primavera Árabe” ou os protestos na Ásia como a “revolução dos guarda-chuvas” em Hong Kong.

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As reações dos EUA polidos à conferência de imprensa dos presidentes Trump e Putin são engraçadíssimas. A 'mídia' está enlouquecendo. Parece que foi Pearl Harbor, Golfo de Tonkin e 11/9 tudo no mesmo dia. A guerra começa amanhã. Mas contra quem?

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O Banco de Desenvolvimento de China aprovou hoje um crédito por cinco bilhões de dólares para Venezuela que permitirão aumentar os investimentos na Faixa do Orinoco e outras zonas ricas em petróleo.

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[Pepe Escobar, Tradução da Vila Vudu] Talvez, afinal, nem se trate de condomínios de luxo nas praias norte-coreanas. Tudo sugere que o xis da questão no abraço que o governo Trump oferece a Kim Jong-un tenha tudo a ver com um dos maiores depósitos de terras raras (ing. rare earth elements, REEs) do mundo, a apenas 150km ao norte de Pyongyang que vale, parece, vários bilhões de EUA-dólares.

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[F. William Engdahl, Tradução da Vila Vudu] Os eventos do mundo em dias recentes são muito mais significativos do que a divisão que todos veem no bloco das nações industrializadas, G7. Se imaginamos o planeta como um campo gigante de força elétrica, as linhas do fluxo estão em processo dramático de reordenação, com o sistema global pós-1945 baseado no dólar já entrado numa caótica fase final. As elites políticas da Europa estão hoje divididas entre a racionalidade e a irracionalidade. Os desenvolvimentos para o oriente contudo acumulam cada vez mais e mais força, e estamos assistindo às fases iniciais do que se pode descrever como uma reversão da polaridade geopolítica dentro da União Europeia, do Ocidente para o Oriente. Os desenvolvimentos mais recentes na Eurásia, incluindo Oriente Médio, Irã e principalmente entre Rússia e China estão ganhando importância – e Washington só oferece guerra, seja guerra comercial, guerra de sanções, guerra de terror ou guerra cinética.

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