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Diário Liberdade

[Nazanin Armanian, traduçom do Diário Liberdade] Apesar da propaganda oficial que situa o nascimento do “jihadismo” nos atentados do 11S, o uso atual do terrorismo de bandeira religiosa tivo os seus começos em 1978, no Afeganistám, pola iniciativa da Administraçom Carter.

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Vários depoimentos de meninos palestinos revelam que foram golpeados e submetidos a torturas sistemáticas durante e após a detenção por parte das forças israelenses, denunciou ontem (07) em Ramallah a Comissão de Assuntos dos Presos.

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[Tradução da Vila Vudu] Nos últimos dias, a Internet só fala de um boato – sinceramente: dos mais idiotas –, sobre os EUA terem pedido ajuda da Austrália para prepararem um ataque ao Irã. Desnecessário dizer, as 'notícias' não explicam quais capacidades teria a Austrália, que faltariam aos EUA, mas... Mesmo assim, a 'notícia' foi repetida em tantos lugares (vejam aquiaqui e aqui), que é impossível ignorá-la. Numa dessas matérias, Eric Margolis descreveu as características que poderia ter o tal ataque. Cito-o na íntegra:

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A 18.ª edição da Grande Marcha do Retorno, em Gaza, ficou marcada pela forte repressão israelita. Na Cisjordânia, a activista palestiniana Ahed Tamimi e a sua mãe regressaram a casa este domingo.

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Após o Partido Comunista Operário Húngaro em 2009 e o Partido Comunista Alemão em 2016, agora é o Partido Comunista da Bélgica que por sua vez decidiu abandonar o Partido da Esquerda Europeia.

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] O presidente Bashar al-Assad da Síria comunicou à liderança russa que "Israel esgotou nossa paciência" (...) "Os jatos de Israel passam a ser alvos legítimos para nossos sistemas de defesa, se Telavive não cessar as provocações e se não parar de alvejar nossas posições e jatos militares". Segundo funcionários, "Assad não tem intenção de pedir que o Irã e aliados deixem o Levante enquanto houver algum território sírio ocupado." Assad incluiu as Colinas do Golan, ao se referir a 'território sírio ocupado', e também o norte da Síria onde há forças turcas e dos EUA as quais, diferentes do Irã, lá estão sem o consentimento do governo sírio.

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[Michael Schaeffer Omer-Man, Tradução da Vila Vudu] Não há razão prática para a mudança e, de fato, a “Lei do Estado Nacional Judeu,” que aboliu o árabe como idioma oficial, garante basicamente que o árabe conservará todas as vantagens de idioma oficial, apesar de o título ter-lhe sido usurpado.

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[Leticia Parks] Nesta quinta-feira, 19/07, após horas de debate e por 62 votos a 55, parlamentares israelenses aprovam legislação que define hebraico como única língua oficial de Israel, assim como a religião judaica como religião do Estado. A lei é racista e oficializa o apartheid anti-árabe instalado na região.

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[Sharmine Narwani, Tradução da Vila Vudu] À primeira vista, tudo parece calmo nessa cidade [Daraa] do sul da Síria, onde aconteceram os primeiros protestos há sete anos. Moradores circulam pelas lojas, nos preparativos para o jantar de Iftar, quando interrompem o jejum diário durante o mês santo de Ramadan.

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[Elijah J Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Arábia Saudita está à procura de uma “vitória” depois de repetidas derrotas de sua política exterior no Oriente Médio. Na Síria, a rica petromonarquia, apesar de ter consumido dezenas de bilhões de dólares na empreitada, não conseguiu a tão desejada 'mudança de regime'. Tirou jihadistas da cadeia e facilitou-lhes a viagem para o Levante para que convertessem a Síria num “estado falhado” que jamais conseguisse opor-se à expansão do Wahhabismo e de Israel. No Iêmen, mais de 40 mil pessoas foram mortas no bombardeio e nos ataques indiscriminados de sauditas-Emirados contra o mais pobre dos países muçulmanos no Oriente Médio. Resultado disso, 22 milhões de pessoas, segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, carecem hoje de urgente socorro humanitário. No Iraque – talvez o maior desapontamento que os sauditas sofreram –, o governo central em Bagdá conseguiu evitar que a Mesopotâmia fosse dividida. E no Líbano, aliados sauditas não conseguiram assegurar maioria nas eleições para o Parlamento, na qual os aliados do Irã saíram vitoriosos. 

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