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Diário Liberdade
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Terça, 26 Abril 2016 13:26 Última modificação em Domingo, 01 Mai 2016 17:14

Milhares de pessoas desfilaram em Lisboa no 25 de Abril

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País: Portugal / Reportagens / Fonte: Diário Liberdade

Vários milhares de pessoas desceram a Avenida da Liberdade no dia em que se assinalaram os 42 da revolução de Abril, a primeira comemoração depois de quase cinco anos de governação PSD-CDS.

Vasco Lourenço, Presidente da Associação 25 de abril, falou "em nome" dos militares da revolução dos cravos, a propósito de "algumas polémicas artificiais e demagógicas" e lembrou que "desde 25 de abril de 1976 que a instituição militar de afirmou defensora e cumpridora da Constituição da República Portuguesa que nesse dia entrou em vigor. E, até hoje, tem cumprido exemplarmente esse seu compromisso. Não vemos em Portugal alguém que tenha autoridade moral para, como acontece de vez em quando, nos acusar de querermos sobrepor o poder militar, isto é, as Forças Armadas, ao poder democrático. Fomos e somos cidadãos livres e democratas. Nestes campos não aceitamos não aceitamos lições de ninguém"

A "radiosa madrugada de abril" teve "algum sentimento de frustração, de desencanto, de desilusão". E relacionou com a situação atual: "Estamos melhor", pois o governo anterior agiu "delapidado, alienando, vetores estratégicos da economia nacional (...) mas podíamos estar muito melhor". Elogiou o "povo português que conseguiu por cobro ao período negro que atravessávamos e que vinha pondo em risco tudo o que cheirava a abril". Vasco Lourenço está hoje "mais aliviados. Temos um governo resultante de uma aliança das forças políticas que se reclamam dos valores de abril e um Presidente da República que, pelas suas declarações públicas manifestou formalmente assumir o cumprimento da Constituição como norma da sua ação".

Para o PCP e o BE, cujos representantes participaram na mobilização, o novo tempo é de "esperança",  o ciclo político é de "esperança", apesar de medidas do executivo do PS com apoio dessas forças, como os Orçamentos do Estado, ficarem "aquém do necessário" na opinião de forças sindicais como a CGTP-IN, que sim avaliam no entanto mudanças de fundo.

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