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Diário Liberdade

[António Tonga] A sede emancipadora que varreu África no pós-II Guerra Mundial libertou um continente inteiro do Imperialismo racista. No caso português, o 25 de Abril foi consequência direta da derrota política, militar e ideológica do Estado Novo na Guerra Colonial.

Publicado em Portugal
Quinta, 04 Mai 2017 21:18

25 de Abril e unidades balofas

[António Louçã] “É preciso mudar alguma coisa para tudo continuar na mesma” era um lema fundamental do velho reformismo. Havia também quem o traduzisse popularmente numa outra fórmula: “Vamos dar-lhe [ao proletariado] os anéis, para conservarmos os dedos”.

Publicado em Portugal

Quarenta e três anos depois, comemorar o 25 de Abril é, também, relembrar estes factos vividos. Mas é, tem de ser, sobretudo, reafirmarmos que a posição que assumimos se sustentou em valores que reconhecíamos, e reconhecemos, como nossos, que nos foram, e são, imprescindíveis para nos construirmos como militares, como cidadãos, como seres humanos.

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Proxección Documental "Bom povo português". VO. Martes 25 de abril ás 19 h. no salón de actos do Ateneo Ferrolán. Entrada libre
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A revolução mudou profundamente o País.

Publicado em Opiniom Própria

José Afonso — poeta, compositor, intérprete, resistente antifascista, militante da esquerda revolucionária, homem corajoso e homem solidário — continua hoje, 30 anos após a sua morte, a 23 de Fevereiro, como um forte exemplo, pelo difícil combate político que travou durante décadas da sua vida.

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[Manuel Raposo] Do enorme esforço de propaganda desenvolvido, até à náusea, nos dias seguintes à morte de Mário Soares ressalta o propósito de criar a imagem de um Soares coerente em todo o seu percurso de vida política — antes e depois de 74 —, sempre do mesmo lado da barricada.

Publicado em Portugal
Domingo, 15 Janeiro 2017 15:20

Mário Soares, naturalmente

[Correia da Fonseca] Pode-se reflectir sobre as condições e circunstâncias, nacionais e não só, dos tempos imediatamente posteriores ao derrube da ditadura fascista e sobre algumas eventualidades delas decorrentes.

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O bloco libertário desceu a avenida da Liberdade apesar de mais uma vez os carros dos “organizadores”, que continuam a arrogar-se donos e senhores do desfile do 25 de Abril e, pior, da própria via pública, terem tentado – à má fila e sem sucesso – impedir a entrada dos vários colectivos que integravam este bloco. Os compassos de espera estabelecidos foram tão marcados e lentos – para criar as devidas distâncias?! – que quando se chegou aos Restauradores já não havia discursos no palco “oficial”, nem se ouvia já o hino de Portugal (ainda bem!) (aqui).

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O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) nasce em 2 de maio de 1974, escassos dias após o 25 de Abril, herdeiro sobretudo do trabalho desenvolvido durante o fascismo pelos Grupos de Estudos dos Ensinos Preparatório e Secundário e, em menor grau, do Sindicato de Professores do Ensino Particular existente até então.

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