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Diário Liberdade

[Coletivo Editor] Durante as manifestações organizadas por grupos ligados a companhias dos EUA que representaram o “apoio popular” ao impeachment de Dilma Rousseff, ano passado, eram comuns o uso de camisas da seleção brasileira de futebol, da bandeira do Brasil e de frases como “meu partido é o meu País” exaltando o patriotismo.

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Foi Cartola, operário carioca e um dos maiores sambistas da história, quem comparou o mundo com um moinho: “Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho, vai reduzir as ilusões a pó” advertia com toda a dureza e sinceridade de quem cresceu e morreu pobre.

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[Edmilson Costa*] Brasil, zero hora do dia 28 de abril. Os comandos grevistas começam a fechar as garagens dos ônibus, uma a uma, em praticamente todos os Estados e no Distrito Federal. Começava a greve geral vitoriosa no País. O metrô iniciou sua paralisação ainda pela madrugada nas principais capitais e, mesmo com a tentativa de colocar funcionários administrativos para operar as máquinas, a paralisação ultrapassou os 90%. Os metalúrgicos de vários Estados também cruzaram os braços e não foram trabalhar, assim como petroleiros, operários da construção civil, estivadores, funcionários dos correios, bancários e professores de várias capitais e grandes cidades. Boa parte do comércio também fechou e aqueles estabelecimentos que abriram praticaram ficaram às moscas, porque não tinham a quem vender. No total, cerca de 92 categorias de trabalhadores aderiram à paralisação, representando assim a maior geral da história do Brasil.

Publicado em Opiniom Própria

Este 1º de Maio é especial para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. A onda de insatisfação e indignação com as contrarreformas previdenciária e trabalhista, assim como a terceirização e todas as medidas neoliberais do governo golpista de Michel Temer continua.

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Domingo, 30 Abril 2017 19:11

Vagabundo não faz greve, caro mentecapto

[William Dunne] Reacionários são idiotas. A história está cheia de exemplos disso, como o caso Dreyfuss na França ou a reveladora palavra de ordem gritada pelo general falangista Millán-Astray em uma discussão com Miguel de Unamuno na Universidade de Salamanca, durante a guerra civil espanhola: “Abaixo a inteligência! Viva a morte!” A ignorância, da parte da direita, é um programa político.

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Desde as primeiras horas da madrugada desta sexta-feira (28) a classe trabalhadora brasileira paralisou quase toda a sua atividade produtiva, do comércio, do transporte e dos serviços em geral.

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[Arthur Witter Meurer] Dizem que nós, estudantes, não devemos ter um programa voltado à classe trabalhadora. Dizem, esses mesmos, que a juventude não deve interferir no que, teoricamente, não lhe diz respeito.

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[Vitor Nuzzi, Revista do Brasil] Por liberdade e aumento salarial, várias categorias se mobilizaram há um século. Morte de trabalhador intensificou o movimento de julho de 1917, primeiros tempos de organização operária no Brasil

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O líder do Partido Bolchevique que encabeçou a revolução socialista de outubro de 1917 é detentor de uma vasta obra teórica e de propaganda.  

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Para cientista político da Unicamp, base parlamentar do governo Temer não tem legitimidade para mudar Constituição

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