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Diário Liberdade

[Wanderson Pinheiro( membro da redação de A Verdade e da Unidade Popular/Brasil)] O desembarque de Serra pela tangente do governo golpista não é a toa, nem a desculpa usada convence. Político ativo nas negociações do pré sal em Washington, Serra é muito bem articulado, informado e sabe o que faz. Outros foram até mais prudentes e nem chegaram a embarcar.

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O ministro das Relações Exteriores, José Serra, retomou secretamente negociações com os Estados Unidos sobre um acordo para utilização da base militar de Alcântara, no Maranhão.

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Na noite desta quarta-feira (05), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4567/2016 de autoria do ex-senador e atual ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB), que retira a obrigatoriedade da participação da Petrobras na exploração do pré-sal.

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Na última terça-feira (16), o jornal uruguaio El País publicou declarações do chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, que denunciou o governo brasileiro de tentar comprar o voto do país contra a transferência da presidência do Mercosul para a Venezuela.

Publicado em Opiniom Própria

Brasil 247 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR), que preside a delegação brasileira no Parlasul, subiu à tribuna para pedir desculpas ao Uruguai pelo comportamento "inadequado e violento" do chanceler interino José Serra, que já comprou brigas com dois países vizinhos: Venezuela e Uruguai; "A grande façanha da chancelaria brasileira foi se atritar com o Uruguai", disse Requião; segundo ele, a política externa, sob Serra, virou "motivo de chacota".

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A cena em uma aula da Flacso, em Santiago de Chile, agosto de 1967. Os alunos dos dois mestrados ofertados no momento, um em Sociologia e outro em Ciência Política, esperam com entusiasmo a chegada de um novo professor de economia: um jovem exilado brasileiro, com impecáveis antecedentes de esquerda, que pela primeira vez ministraria um curso a nível de pós-graduação. O Diretor da instituição faz a apresentação formal e pouco depois o professor passa a explicar seu programa, coisa que faz em um bom “portunhol” e com marcado acento brasileiro, que servia para matizar a aridez de seu discurso. O conteúdo e a bibliografia são rigorosamente marxistas, sem a menor fissura pela qual pudesse deslizar-se alguma outra vertente de pensamento econômico.

Publicado em Outras Vozes
[Jefferson Pecori Viana*] A nomeação de José Serra para a condução do Ministério de Relações Exteriores (MRE) representa uma ruptura com a tradição diplomática brasileira de ter à frente de suas relações internacionais profissionais com histórico de carreira e competência na área internacional, tradição esta ampliada na gestão de Lula e Dilma, nas quais não apenas o cargo de Chanceler de Relações Exteriores fora concedido a partir de características técnicas-políticas, mas também a mesma regra para a enorme maioria de nossas Embaixadas. Portanto, José Serra como Chanceler brasileiro representa, mais além da ruptura mencionada – que caracteriza uma verdadeira “deformação técnica” para o Itamaraty – uma ação estratégica do Presidente Interino, Michel Temer, para conciliar em torno de si parte da oposição que tornou possível o impedimento da presidenta Dilma e, ao mesmo tempo, um passo estratégico do projeto eleitoral do PSDB-paulista para as próximas eleições presidenciais.
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