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Diário Liberdade

[Ana Barradas] Às vésperas das revoluções, as mulheres mais exploradas são as primeiras a desencadear acções de rua espontâneas por não tolerarem mais condições de vida muito duras. Estes actos de revolta acabam por desencadear outros mais amplos, todos eles desembocando às vezes na insurreição aberta.Foi o que aconteceu nos primeiros dias da Revolução Francesa, quando umas centenas de mulheres se manifestaram em frente ao palácio de Versalhes exigindo pão. E foi também com o que se passou na Comuna de Paris, passados mais de 80 anos. Em ambos casos, não sendo as mulheres exploradas a determinar a sequência dos actos revolucionários, a iniciativa delas foi contudo determinante para animar o resto da população a vir para a rua. Veremos o mesmo fenómeno na Revolução Russa, 46 anos após a Comuna de Paris.

Publicado em Mundo
Segunda, 13 Março 2017 08:17

A voz das mulheres nas ruas de Lisboa

Decorreu a Manifestação Nacional de Mulheres, com milhares de participantes, onde foi exigida «a igualdade, os direitos, o desenvolvimento e a paz».

Hoje milhares de mulheres manifestaram-se do Rossio à

Publicado em Portugal

[Felipe Mascari] MC mineira é uma das artistas que traz a pauta feminista em sua música para "bater de frente" com o machismo presente no gênero.

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[Irene Tankian] Este 8 de marzo milleiros de mulleres saíron a loitar polos seus dereitos en Vigo nunha mobilización que durou horas. 

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Sábado, 11 Março 2017 07:45

Mulheres em luita na Galiza

 

Reportagem videográfica de Galiza Contrainfo sobre as mobilizaçons do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora nas duas maiores cidades na Galiza.

Publicado em Galiza

Iniciativa da CGTP em defesa dos direitos das mulheres trabalhadoras.

Publicado em Portugal

[Marsílea Gombata] No livro "Mulher, Estado e Revolução", historiadora norte-americana afirma que a sociedade bolchevique colocou em prática ideais ainda almejados nos dias de hoje

Publicado em Mundo

Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, divulgado nesta segunda-feira, dia 6, analisa indicadores com base na Pnad.

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[]Raquel Júnia] Neste ano, o 8 de Março carrega uma expectativa diferente. Como há muito tempo não acontecia, as mulheres conseguiram uma grande articulação internacional e uma plataforma que coloca no centro da luta a resistência contra o neoliberalismo. O 8M ou Greve Internacional das Mulheres, como está sendo chamado, foi convocado a partir dos Estados Unidos, mas com uma vinculação estreita com o acúmulo de forças de massivas mobilizações de mulheres nas periferias do sistema, como na Argentina e na Polônia. Nesta entrevista, a militante feminista e doutoranda em ciência política pela USP, Daniela Mussi, explica como o movimento ganhou força neste ano e qual a diferença em relação a outros momentos históricos. Daniela, que também é uma das coordenadoras do Blog Junho, onde originalmente os textos de convocação da greve internacional escritos por militantes feministas históricas como Angela Davis e Nancy Fraser foram traduzidos e publicados, analisa os avanços e limites do feminismo contemporâneo e como os acontecimentos recentes no Brasil e no mundo forjam as mulheres como protagonistas da luta anticapitalista.

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Onte, 8 de marzo, Día Internacional da Muller, tivo lugar un Paro Internacional de Mulleres en 55 países, para loitar contra a desigualdade de xénero e as violencias machistas. Na Galiza foi un éxito de convocatoria, o STEG non ten datos oficiais aínda, pero as imaxes e vídeos que nos van chegando e que están a colgar as compañeiras e os compañeiros que se sumaron a esta acción falan por si mesmas.  Producíronse paros en centros educativos, en hospitais e centros de saúde, en distintas administracións públicas, na CRTVG e en varias empresas . E todo isto a pesar das coaccións da Xunta  para evitar que os funcionarias e funcionarios fixeran este paro. Sen dúbida, a sociedade galega tiña ganas de situarse en contra da lacra social que son as violencias machistas e da desigualdade que padecemos as mulleres polo simple feito de ser mulleres. 

Publicado em Galiza

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