[Pablo Siris Seade] Este domingo 30 de Julho o povo venezuelano determinará através do seu voto a integração de uma Assembleia Nacional Constituinte.
As pressões externas, militares, politicas e económicas que a Venezuela vem sofrendo constituem uma inaceitável ingerência sobre o povo e os trabalhadores Venezuelanos e uma tentativa de condicionar a legitimidade democrática do processo da Constituição de uma assembleia constituinte.
[Manuel Raposo] A NATO “estuda” o envio mais “alguns milhares” de tropas para o Afeganistão, disse o seu secretário-geral.
[António Santos] O Manifesto74 conversou com Exequiel Loaisa, preso político das FARC-EP, acabado de sair de uma greve de fome para exigir ao governo colombiano o cumprimentos dos acordos de paz.
O golfo Pérsico volta a ser testemunha de uma escalada de tensões entre o Irã e os EUA. Este último tem ampliado sua presença naval na área nos últimos anos. Teerã, que se sente ameaçado por estas ações, poderá responder com medidas cada vez mais firmes.
Domingo, dia 29/7/2017, amanhã, em eleições gerais, a Venezuela elegerá os membros de uma Assembleia Constituinte.
[Direcção Nacional do CPPC] À medida que se aproxima o dia 30 de Julho, data das eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, intensificam-se as manobras por parte da oligarquia venezuelana e dos Estados Unidos da América para impedir a votação, colocar em causa o legitimo poder democrático do Presidente eleito do país, Nicolas Maduro, do seu governo e de outras instituições que defendem a legalidade democrática e institucional, os direitos, incluindo da liberdade, o bem-estar e a segurança, dos cidadãos venezuelanos face à ingerência externa, à guerra económica e à violência terrorista que visam perpetrar um golpe no país.
[MK Bhadrakumar, tradução de Vila Vudu] O futuro pós-ISIS do Iraque e da Síria tem sido tópico de discussão calorosa nos think-tanks norte-americanos, sob o pressuposto de que os EUA estariam montando um retorno militar ao Iraque e já bem adiantados no processo de estabelecer presença de longo prazo na Síria. A verdade é que os ventos políticos já estão soprando na direção oposta.
[Humberto Carvalho] Em pleno século XXI, quando tudo indica, ao menos nestes inícios do século, um predomínio neoliberal, aliado, em vários países, a um ressurgimento de forças da extrema direita, surgem duas repúblicas populares!
A China pediu nesta segunda-feira (24) que a Índia recue todas as tropas que entraram ilegalmente em território chinês e advertiu que defenderá a sua soberania territorial “a todo custo”.
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