De novo repite-se a mesma história num campo de fútebol, desta volta em Vallecas, onde às e aos Siareiros do Lugo lhe forom retiradas antes de entrar no estadio as bandeiras da patria e umha faixa em solidariedade coas pessoas encausadas na operaçom Jaro.
[Pierre Lévy] A imagem era terrível. Durante a noite eleitoral de 23 de Abril, as câmaras da [TV] France 2 difundiram durante intermináveis minutos a travessia de Paris pelo cortejo de Emmanuel Macron: um bando de motociclistas, uma dezena de veículos com todas as sirenes a urrarem e giro-faróis em acção.
Já existe proposta para reforçar a legislação de combate à precariedade, conforme estava previsto no acordo que suporta o Governo e se esperava há muito tempo.
[Jorge Beinstein] A hipótese de que a Argentina se encontra actualmente submersa num processo de tipo contra-revolucionário pode parecer exagerada.
[Moara Crivelente] Quase um milhão de palestinos e palestinas passaram pelas prisões de Israel desde o estabelecimento do Estado, em 1948, estimam associações palestinas. Mas esta história remonta ainda à colonização britânica da região, com casos como o de Hassan Al-Labadi, por mais de 40 anos enterrado no cárcere. A greve de fome anunciada há uma semana por prisioneiros palestinos manifesta a resistência persistente e o fortalecimento da causa nacional por libertação.
Quarenta e três anos depois, comemorar o 25 de Abril é, também, relembrar estes factos vividos. Mas é, tem de ser, sobretudo, reafirmarmos que a posição que assumimos se sustentou em valores que reconhecíamos, e reconhecemos, como nossos, que nos foram, e são, imprescindíveis para nos construirmos como militares, como cidadãos, como seres humanos.
A ONG UN Watch denunciou a escolha do “regime mais misógino do mundo” para o organismo das Nações Unidas que tem por objetivo promover a igualdade de género e os direitos das mulheres.
Emmanuel Macron (23,7%) e Marine Le Pen (22%) - segundo as primeiras previsões - vão enfrentar-se na segunda volta das eleições presidenciais francesas, no dia 7 de Maio.
Centenas de galegos e galegas respondêrom à convocatória em apoio às 9 pessoas processadas pola sua militáncia independentista.
[Cristina Portela] É comum ouvirmos dizer que Portugal é um dos melhores países para os reformados viverem. É o que dizem sites como o International Living ou o U.S. News. Pode ser verdade para os pensionistas endinheirados, mas é uma rotunda mentira para o reformado português.
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