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Diário Liberdade

[Nazanín Armanian] Era de esperar que um “ato terrorista” afastasse a notícia do crime de Khashoggi das manchetes: um simpatizante de Trump enviava pacotes-bomba aos líderes do Partido Democrata, enquanto uns “anónimos” estavam a demonizar o jornalista desertor saudita, nas redes sociais.

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[Melkulangara Bhadrakumar] Quando o assassinato de um colaborador do Washington Post desperta mais indignação nos media de referência do que as dezenas de milhares de civis que a Arábia Saudita assassina no Iémen, com a colaboração activa das potências ocidentais

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[Nazanin Armanian, traduçom do Diário Liberdade] Em 1818, o Sultám otomano Mahmud II pendurou a cabeça do rei do primeiro Estado saudita Abdullah bin Saud na porta de Constantinopla.

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[Nazanin Armanian, traduçom do Diário Liberdade] A 7 de dezembro do 1977, o escritor secular e progressista da Arábia Saudita, Nasir As-Said, é seqüestrado em plena rua de Beirut e transladado à embaixada deste país, onde desaparece de vez.

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[Elijah J Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Arábia Saudita está à procura de uma “vitória” depois de repetidas derrotas de sua política exterior no Oriente Médio. Na Síria, a rica petromonarquia, apesar de ter consumido dezenas de bilhões de dólares na empreitada, não conseguiu a tão desejada 'mudança de regime'. Tirou jihadistas da cadeia e facilitou-lhes a viagem para o Levante para que convertessem a Síria num “estado falhado” que jamais conseguisse opor-se à expansão do Wahhabismo e de Israel. No Iêmen, mais de 40 mil pessoas foram mortas no bombardeio e nos ataques indiscriminados de sauditas-Emirados contra o mais pobre dos países muçulmanos no Oriente Médio. Resultado disso, 22 milhões de pessoas, segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, carecem hoje de urgente socorro humanitário. No Iraque – talvez o maior desapontamento que os sauditas sofreram –, o governo central em Bagdá conseguiu evitar que a Mesopotâmia fosse dividida. E no Líbano, aliados sauditas não conseguiram assegurar maioria nas eleições para o Parlamento, na qual os aliados do Irã saíram vitoriosos. 

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[Tradução do Coletivo Vila Vudu] O Reino Hachemita (ou Haxemita, ar. هاشمي, Hāšimī) da Jordânia tem-se mantido tradicionalmente no campo 'ocidental'. É politicamente ligado ao Reino Unido e aos EUA, tanto quanto à Arábia Saudita e a outros estados do Golfo de maioria sunita. O rei da Jordânia Abdullah II foi, no passado, hostil ao Irã. Foi o primeiro a falar publicamente do medo de um 'crescente xiita'. Mas os novos planos sauditas e dos EUA para 'paz' com Israel são ameaça à Jordânia e à legitimidade pessoal do rei Abdullah. Precisa mudar de posição. Desde que receba incentivos adequados, a Jordânia pode, eventualmente, unir-se ao lado da 'resistência', com Irã, Síria e o Hizbullah.

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[Pepe Escobar, de Doha, Tradução da Vila Vudu] Rússia e Arábia Saudita estão em debate profundo sobre aumentar a produção de petróleo OPEP e não OPEP em 1 milhão de barris/dia para compensar a queda drástica na produção na Venezuela além de possíveis reduções depois que as novas sanções dos EUA contra o Irã entrarem em vigência em novembro.

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Unidades de Inteligência Militar Síria capturaram hoje um carregamento de armas e munições transportadas com destino a terroristas desde o nordeste da província de Sweida para a zona de Ghouta Oriental, no este de Damasco.

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[Uwe Parpart e Pepe Escobar, Tradução do Coletivo Vila Vudu] Quando as limusines pretas chegaram na calada da noite do sábado, 4 de novembro e continuaram a chegar até o raiar do domingo 5 de novembro, poucos dos príncipes, ex-ministros, líderes militares, magnatas da mídia e empresários e comerciantes milionários convidados a se apresentarem no Hotel Ritz Carlton, no distrito diplomático de Riad, consideraram prudente ignorar o convite.

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[Robert Fisk, Tradução do Coletivo Vila Vudu] Quando o jato de Saad Hariri pousou em Riad na noite de 3 de novembro, a primeira coisa que ele viu foi um grupo de policiais sauditas cercando o avião. Entraram no avião e confiscaram o celular de Saad e dos seus guarda-costas. Foi o que bastou para silenciar o primeiro-ministro do Líbano.

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