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Diário Liberdade

A ofensiva militar turca no Norte da Síria, em que se incluem grupos «rebeldes» com créditos firmados na longa guerra de agressão, continua a provocar destruição e mortandade entre os civis.

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A Síria hoje acusou a Turquia de cometer crimes de guerra em seu território.

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Iniciada esta quarta-feira, a ofensiva aérea e terrestre da Turquia no Norte da Síria provocou dezena e meia de mortos civis e grande destruição ao nível das infra-estruturas.

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Quarta, 03 Abril 2019 14:21

Comunistas avançam na Turquia

Votação do Partido Comunista da Turquia registra significativo crescimento nas eleições municipais.

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Terça, 25 Dezembro 2018 21:22

Turquia reforça presença militar na Síria

A Turquia está a mobilizar efectivos e equipamento pesado para o território sírio ocupado próximo de Manbij. A cidade é a única do Rojava a oeste do Eufrates fora do controlo das forças pró-turcas.

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[Nazanín Armanian] Era de esperar que um “ato terrorista” afastasse a notícia do crime de Khashoggi das manchetes: um simpatizante de Trump enviava pacotes-bomba aos líderes do Partido Democrata, enquanto uns “anónimos” estavam a demonizar o jornalista desertor saudita, nas redes sociais.

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[Nazanin Armanian, traduçom do Diário Liberdade] Em 1818, o Sultám otomano Mahmud II pendurou a cabeça do rei do primeiro Estado saudita Abdullah bin Saud na porta de Constantinopla.

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[Nazanin Armanian, traduçom do Diário Liberdade] A 7 de dezembro do 1977, o escritor secular e progressista da Arábia Saudita, Nasir As-Said, é seqüestrado em plena rua de Beirut e transladado à embaixada deste país, onde desaparece de vez.

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] Muito ceticismo cerca o destino da cidade de Idlib depois do acordo firmado entre os dois presidentes, Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan, que levou à suspensão da operação militar longamente esperada contra os jihadistas e seus aliados. Só uns poucos detalhes do acordo foram revelados, mas o suficiente para lançar dúvidas sobre se é plenamente válido e sustentável. Mesmo assim, há otimismo generalizado no lado russo, iraniano e turco – e os jihadistas em Idlib e arredores já não veem uma confrontação como inevitável. A diferença chave agora, depois do acordo Putin-Erdogan, é que a Turquia não mais estará presente para defender jihadistas, nem Erdogan agitará o caldeirão europeu, com ameaças de um “êxodo de milhões” (para o velho continente), alavanca para impedir a batalha de Idlib.

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[14/9/2018, Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Turquia está deslocando mais reforços, soldados, unidades de combate e tranques para Idlib, no norte da Síria e em torno da cidade, para um específico objetivo: interromper o ataque à cidade pelas forças sírias e aliados apoiados pela Rússia. Ancara está, isso sim, aproveitando-se de a Rússia ter desacelerado a própria estratégia para libertar a cidade dos jihadistas (incluindo al-Qaeda), dada a ameaça de os EUA bombardearem o Exército Sírio e forças que defendem o governo, sob o pretexto de que estariam "usando armas químicas". A tal "arma química" já se tornou parte da batalha por Idlib, usada como ferramenta para fazer guerra à Síria, precisamente quando a guerra chega ao fim.

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