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Diário Liberdade

O vice-ministro sírio de Relações Exteriores, Feisal Mekdad, confirmou que se intensificam as negociações com as forças curdas no norte do país, ante uma possível ofensiva da Turquia.

Publicado em Artigos em destaque
Terça, 25 Dezembro 2018 21:22

Turquia reforça presença militar na Síria

A Turquia está a mobilizar efectivos e equipamento pesado para o território sírio ocupado próximo de Manbij. A cidade é a única do Rojava a oeste do Eufrates fora do controlo das forças pró-turcas.

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Um ataque da «coligação internacional» provocou pelo menos 17 mortos nas imediações de Hajin (Deir ez-Zor). Entretanto, milhares de refugiados e deslocados regressam a Daraya libertada (Damasco Rural).

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Rússia acredita que a presença ilegal dos EUA na Síria tem o propósito de desmembrar a soberania do país, disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

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[Valter Xéu] Raras são as semanas em que a coalizão liderada pelos EUA na Síria não mata dezenas e dezenas de civis, um verdadeiro genocídio em que o mundo não dá a mínima, afinal para o Ocidente, matar vinte, trinta, uma centena de civis da região do Oriente Médio, exceto se forem israelenses, tanto faz como tanto fez.

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A chancelaria da Rússia declarou nesta sexta-feira (2) que existem muitas evidências de que a organização Capacetes Brancos é uma ramificação da Frente al-Nusra.

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] Muito ceticismo cerca o destino da cidade de Idlib depois do acordo firmado entre os dois presidentes, Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan, que levou à suspensão da operação militar longamente esperada contra os jihadistas e seus aliados. Só uns poucos detalhes do acordo foram revelados, mas o suficiente para lançar dúvidas sobre se é plenamente válido e sustentável. Mesmo assim, há otimismo generalizado no lado russo, iraniano e turco – e os jihadistas em Idlib e arredores já não veem uma confrontação como inevitável. A diferença chave agora, depois do acordo Putin-Erdogan, é que a Turquia não mais estará presente para defender jihadistas, nem Erdogan agitará o caldeirão europeu, com ameaças de um “êxodo de milhões” (para o velho continente), alavanca para impedir a batalha de Idlib.

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Sábado, 22 Setembro 2018 16:33

Sobre o ataque ao IL-20 russo na Síria

[Andrei Martyanov, Tradução da Vila Vudu] Já (re)começou. A Rússia deve atacar Israel, não “obliterar[1] Israel”, Putin é “mole”, o mundo está por um fio, sionistas controlam o Kremlin, a Rússia mostrou a outra face. E por aí vai e vai e vai. O coro dos nobres guerreiros contra o demônio sionista é mais e mais estridente a cada dia. 

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] O Sistema de defesa síria derrubou, por engano, um avião de vigilância Ilyushin IL-20M 90924 russo, na Síria com 15 homens a bordo, na noite de 2ª-feira, um dia depois de um F-16 de Israel ter destruído um avião militar de carga do Irã na pista do aeroporto de Damasco, matando o copiloto. Ao mesmo tempo em que o avião russo era derrubado, quatro F-16 de Israel atacaram alvos militares sírios e iranianos ao norte da cidade de Latakia. O sistema sírio de defesa respondeu aos mísseis de ataque e atingiu o avião russo que se preparava para pousar, sobre o aeroporto militar de Hamymeen. Aconteceu apenas quarto horas depois de os presidentes Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan assinarem compromisso para interromper a batalha de Idlib e diluir o risco de acampamentos e aeroportos militares sírios serem destruídos. 

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[14/9/2018, Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Turquia está deslocando mais reforços, soldados, unidades de combate e tranques para Idlib, no norte da Síria e em torno da cidade, para um específico objetivo: interromper o ataque à cidade pelas forças sírias e aliados apoiados pela Rússia. Ancara está, isso sim, aproveitando-se de a Rússia ter desacelerado a própria estratégia para libertar a cidade dos jihadistas (incluindo al-Qaeda), dada a ameaça de os EUA bombardearem o Exército Sírio e forças que defendem o governo, sob o pretexto de que estariam "usando armas químicas". A tal "arma química" já se tornou parte da batalha por Idlib, usada como ferramenta para fazer guerra à Síria, precisamente quando a guerra chega ao fim.

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