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Diário Liberdade

[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] Muito ceticismo cerca o destino da cidade de Idlib depois do acordo firmado entre os dois presidentes, Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan, que levou à suspensão da operação militar longamente esperada contra os jihadistas e seus aliados. Só uns poucos detalhes do acordo foram revelados, mas o suficiente para lançar dúvidas sobre se é plenamente válido e sustentável. Mesmo assim, há otimismo generalizado no lado russo, iraniano e turco – e os jihadistas em Idlib e arredores já não veem uma confrontação como inevitável. A diferença chave agora, depois do acordo Putin-Erdogan, é que a Turquia não mais estará presente para defender jihadistas, nem Erdogan agitará o caldeirão europeu, com ameaças de um “êxodo de milhões” (para o velho continente), alavanca para impedir a batalha de Idlib.

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Sábado, 22 Setembro 2018 16:33

Sobre o ataque ao IL-20 russo na Síria

[Andrei Martyanov, Tradução da Vila Vudu] Já (re)começou. A Rússia deve atacar Israel, não “obliterar[1] Israel”, Putin é “mole”, o mundo está por um fio, sionistas controlam o Kremlin, a Rússia mostrou a outra face. E por aí vai e vai e vai. O coro dos nobres guerreiros contra o demônio sionista é mais e mais estridente a cada dia. 

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] O Sistema de defesa síria derrubou, por engano, um avião de vigilância Ilyushin IL-20M 90924 russo, na Síria com 15 homens a bordo, na noite de 2ª-feira, um dia depois de um F-16 de Israel ter destruído um avião militar de carga do Irã na pista do aeroporto de Damasco, matando o copiloto. Ao mesmo tempo em que o avião russo era derrubado, quatro F-16 de Israel atacaram alvos militares sírios e iranianos ao norte da cidade de Latakia. O sistema sírio de defesa respondeu aos mísseis de ataque e atingiu o avião russo que se preparava para pousar, sobre o aeroporto militar de Hamymeen. Aconteceu apenas quarto horas depois de os presidentes Vladimir Putin e Recep Tayyip Erdogan assinarem compromisso para interromper a batalha de Idlib e diluir o risco de acampamentos e aeroportos militares sírios serem destruídos. 

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[14/9/2018, Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Turquia está deslocando mais reforços, soldados, unidades de combate e tranques para Idlib, no norte da Síria e em torno da cidade, para um específico objetivo: interromper o ataque à cidade pelas forças sírias e aliados apoiados pela Rússia. Ancara está, isso sim, aproveitando-se de a Rússia ter desacelerado a própria estratégia para libertar a cidade dos jihadistas (incluindo al-Qaeda), dada a ameaça de os EUA bombardearem o Exército Sírio e forças que defendem o governo, sob o pretexto de que estariam "usando armas químicas". A tal "arma química" já se tornou parte da batalha por Idlib, usada como ferramenta para fazer guerra à Síria, precisamente quando a guerra chega ao fim.

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Domingo, 16 Setembro 2018 17:09

Provado: EUA Protegem a Al-Qaeda na Síria

[Eric Zuesse, Tradução da Vila Vudu] Há provas abundantes de que o governo dos EUA protege Al-Qaeda na Síria. Nesse momento, EUA estão protegendo o principal centro da Al-Qaeda em todo o mundo – a província de Idlib na Síria. Essa proteção não é fenômeno isolado: é item de um quadro maior.

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[Tradução de Heitor Ferreira e Silva] Durante a coletiva de imprensa desta semana a porta-voz do Ministério do Exterior da Rússia Maria Zakharova afirmou que a ONG Capacetes Brancos tinha fortes ligações com os extremistas sírios e estava fomentando o conflito no país, ainda acrescentou que Moscou não se surpreendeu com a decisão do Canadá de aceitar a maioria dos ativistas da organização após terem sido evacuados da Síria.

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[Elijah J. Magnier, Tradução da Vila Vudu] O presidente Bashar al-Assad da Síria comunicou à liderança russa que "Israel esgotou nossa paciência" (...) "Os jatos de Israel passam a ser alvos legítimos para nossos sistemas de defesa, se Telavive não cessar as provocações e se não parar de alvejar nossas posições e jatos militares". Segundo funcionários, "Assad não tem intenção de pedir que o Irã e aliados deixem o Levante enquanto houver algum território sírio ocupado." Assad incluiu as Colinas do Golan, ao se referir a 'território sírio ocupado', e também o norte da Síria onde há forças turcas e dos EUA as quais, diferentes do Irã, lá estão sem o consentimento do governo sírio.

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[Elijah J Magnier, Tradução da Vila Vudu] Alto funcionário do governo sírio informa que "EUA enviaram mensagem ao presidente Bashar al-Assad da Síria, para informar sobre o que deseja o establishment dos EUA. Segundo a mensagem, haveria um projeto de Israel compatível com o projeto de Donald Trump de retirarem as respectivas forças da Síria com o mínimo dano possível. Trump gostaria de evitar o destino dos soldados norte-americanos durante os anos de Georges Bush, quando milhares de soldados norte-americanos foram mortos em ação".

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[Luis Beatón*] Os chamados Capacetes Brancos, com uma fama inventada de ajuda humanitária, chegaram às cidades colombianas de Cúcuta e Maicao, na fronteira com a Venezuela, preâmbulo segundo analistas para incriminar o país bolivariano e tentar justificar uma invasão.

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