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Diário Liberdade

[Aliet Arzola Lima] Sapatilhas leves que pesam menos de cem gramas; roupas de banho projetadas por especialistas em hidrodinâmica que «cortam» a água com a máxima eficiência; sensores colocados em acessórios diferentes que calculam a frequência cardíaca e fornecem outras informações em tempo real; raquetes que reduzem a vibração do impacto da bola...

Publicado em Mundo

Antes de tudo, é necessário enfatizar que não existe classe dominante boazinha em nenhuma parte do mundo capitalista. Todas elas buscam a maximização dos lucros e o controle do poder político na sociedade para exercer o seu domínio. Também não têm escrúpulos: quando seu poder está em jogo, não hesitam em se utilizar de qualquer meio, método, ilegalidade ou brutalidade para manter o controle social e político. Não podemos esquecer que a “esclarecida” burguesia alemã recorreu ao nazismo para restabelecer plenamente a dominação, da mesma forma que as burguesias italianas e japonesas recorreram ao fascismo para se manter no poder e disciplinar os trabalhadores.

Publicado em Opiniom Própria
Sábado, 07 Julho 2018 16:57

Trabalhadores: é tempo de lutar

[Elaine Tavares] Tarde de quinta-feira. O posto da Caixa Econômica Federal, um dos bancos públicos brasileiros, está lotado. São quase 100 pessoas sentadas nos bancos azuis, com olhar perdido no vazio, esperando. Antes de entrar, precisam passar pelo constrangimento de esvaziar suas bolsas ou coloca-las num escaninho que, mesmo na agência central, parece coisa do século passado. Leva-se pelos menos uns 10 minutos no trâmite de pegar a chave com um garoto que distribui senhas, abrir o cadeado que fecha uma corrente na porta do armário. Coisa bárbara. Lá dentro o ambiente é tóxico. Rostos ansiosos e tristes. Por ter de estar ali pagando contas, e por passar pela absurda espera. Como sempre, há poucos caixas, fruto do sistemático desmonte das empresas estatais brasileiras. Também os trabalhadores tem o rosto pesado, superexplorados que são. A tensão ali dentro é concreta, quase se pode pegar com a mão. 

Publicado em Brasil

O relator especial da ONU para a pobreza extrema e direitos humanos, Philip G. Alston, apresentou os seguintes dados: 40 milhões de pessoas vivem na pobreza nos EUA, 18,5 milhões na pobreza extrema e mais 5,3 milhões na pobreza super-extrema.

Publicado em Mundo

[João Vitor Santos] Seis meses depois da implementação da Reforma Trabalhista, aprovada em novembro de 2017, os setores mais afetados pelas mudanças na legislação são aqueles que convivem com baixos salários, alta rotatividade e informalidade, mas as consequências também serão sentidas pela classe média, diz Barbara Vallejos Vazquez à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail.

Publicado em Brasil

[Tradução da Vila Vudu] Depois de Medvedev ter sido renomeado para o mesmo posto e com ele todo seu governo, apenas levemente recauchutado, a opinião pública na Rússia e em todo o mundo dividiu-se sobre se aí haveria bom sinal de continuidade e unidade na liderança russa, ou se seria confirmação de que, sim, haveria uma 5ª coluna dentro do Kremlin que, ao mesmo tempo em que impõe ao povo russo políticas neoliberais e pró-ocidente, trabalha contra o presidente Putin. Hoje quero dar uma olhada rápida no que está acontecendo, porque creio que a política exterior russa continua controlada predominantemente pelo que chamo de "Eurasianos Soberanistas", e porque, para detectar as atividades dos "Integracionistas Atlanticistas", é preciso examinar o que está acontecendo dentro da Rússia.

Publicado em Mundo

[David Brooks] Um informe da Organização das Nações Unidas (ONU) revelado no último fim de semana coloca os Estados Unidos como o país com maior índice de pobreza entre os considerados desenvolvidos. Isso explica a problemática social pela que atravessa o país e que ajuda a aumentar o ódio contra os migrantes, entre outros fenômenos.

Publicado em Artigos em destaque

[María Alejandra Díaz*, Tradução de Anisio Pires] Forças terríveis, aplicando violência especializada travam a Terceira Guerra Mundial: ricos contra pobres, fazendo do mundo um inferno, espalhando a miséria e a ira generalizada.

Publicado em América Latina
Quinta, 17 Maio 2018 00:05

Desigualdade mundial crescente

[Michael Roberts | Tradução de Valerio Arcary para Esquerda Online] Um livro está repercutindo na mídia comercial no momento. É chamado de Factfulness*.

Publicado em Mundo

O interessante no caso da prisão de Laerte Codonho, o empresário dono da empresa de refrigerantes nacional Dolly, é que Codonho durante a coerção pela Polícia Federal segurou um cartaz com os dizeres “Preso pela Coca-Cola”. Codonho já fez propagandas de cunha nacionalista, em outros momentos como por exemplo um outdoor dizendo “Brasileiro não tem medo de estrangeiro”. O slogan foi veiculado pela primeira vez durante o intervalo da luta de boxe em 2003. Na época, a Dolly estava resistindo a uma guerra contra a Coca-Cola e afirmava que a companhia norte-americana praticava, e pratica, uma concorrência desleal, abusa do poder do mercado e adota práticas irregulares.

Publicado em Brasil

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