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Diário Liberdade
Terça, 06 Setembro 2016 17:04

Michael Löwy e a Escola Sem Partido

 Resenha Livro – “As Aventuras de Karl Marx Contra o Barão de Münchhausen – marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento” – Michael Löwy – Ed. Cortez.
Publicado em Opiniom Própria
O projeto de lei Escola Sem Partido está sob consulta pública no portal do Senado Federal, no entanto após um mês que está sobre votação a maioria é contra esse projeto que também é conhecido como "lei da mordaça", fazendo alusão a período ditatorial no Brasil. O autor do projeto, o Senador Magno Malta (PR/ES) que também pastor e uma espécie de ídolo da extrema direita por expressar seus discursos raivosos contra aqueles que não compactuam com suas ideias conservadoras.
Publicado em Brasil

[Roberto Bitencourt da Silva] Considerações do experiente professor, sociólogo e cientista político Aluizio Alves Filho em torno do debate promovido pelo canal Futura, esta semana, acerca do projeto “Escola sem partido”. O debate envolveu o professor Fernando de Araujo Penna, da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, e o advogado Miguel Naggib, autor do projeto “Escola Sem Partido”.

Publicado em Brasil
Quinta, 21 Julho 2016 06:36

Essa tal doutrinação

Por Eduardo Vasco

A aula era de Filosofia, durante o Ensino Médio, em uma escola pública.

Publicado em Brasil
Quinta, 21 Julho 2016 15:04

Escola sem Partido: ex-cola

[Rafael Silva] O que quer para o Brasil o Senador Magno Malta, do Partido da República, com o seu "Programa Escola sem Partido", Projeto de Lei do Senado (PLS nº 193 de 2016) cuja diretriz é a erradicação da crítica política na educação brasileira? Ora, cidadãos mais mal-educados politicamente, e portanto mais manipuláveis –e por que não dizer golpeáveis-, do que os que o país já tem em abundância. Com efeito, se já foi fácil para um bando de oligarcas corruptos dar um golpe de estado em um país semialfabetizado politicamente, imagina então em um analfabetizado estrategicamente desde o bê-a-bá.

Publicado em Opiniom Própria
Quinta, 21 Julho 2016 10:26

Sobre doutrinação no ensino brasileiro

[Jorge Nogueira] Me formei em 2012, em Licenciatura em Ciências Sociais, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em quase cinco anos de graduação, não li um único texto de Paulo Freire na Faculdade de Educação, talvez porque a maioria dos docentes o considere ultrapassado. No Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) Karl Marx era saco de pancada da maioria dos professores de Ciência Política, Antropologia e Sociologia. Em boa parte do tempo eu reagia às calúnias proferidas por tais professores contra o pai do socialismo científico, o que me deixou marcado e possivelmente queimado para tentar um mestrado. Em uma cadeira de pesquisa recebi uma nota muito próxima de zero com o argumento de que o meu trabalho era “ideológico”. O tema gerador dessa censura mascarada de avaliação buscava versar sobre as impressões das populações que viveram nos países do chamado socialismo real sobre a restauração do capitalismo, como elas se sentiam e como comparavam os dois sistemas. A professora talvez não tenha gostado da opinião dos “nativos”. Inconformado, abri processo de revisão de conceito mas acabei tendo que mudar o tema do trabalho.

Publicado em Brasil

[Roberto Bitencourt da Silva] Muitos personagens individuais e coletivos têm se manifestado com bastante propriedade acerca do projeto de lei do Senado no. 193, de 2016. De autoria do senador Magno Malta (PR-ES), o projeto é conhecido como “escola sem partido” (1). Trata-se de uma excrescência autoritária e obscurantista.

Publicado em Opiniom Própria

[Texto e Tradução por *João Guilherme e Catalina Britez] Esse texto é uma espécie de contraponto à proposta legislativa de nº 193/2016, de autoria do Senador Magno Malta (PR-ES), que proíbe manifestações ideológicas e político-partidárias por professores na sala de aula.

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[Sandro Ari Andrade de Miranda*] “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens de educam entre si, mediatizados pelo mundo”. (Paulo Freire)

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Por Murilo Cleto

Tenho observado com muita preocupação a repercussão do vídeo (https://goo.gl/JhAv21) em que alunos de uma escola estadual de Curitiba aparecem parodiando a música “Baile de Favela” com conceitos marxistas como “ideologia”, “luta de classes” e “mais-valia”.

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