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Diário Liberdade

[Maurice Lemoine] A Assembleia Geral da ONU condenou o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pela administração Trump.

Publicado em América Latina

[M K Bhadrakumar] A base aérea russa de Hmeimim e a base naval de Tartus, na Síria, foram atacadas simultaneamente por drones no sábado passado. O avançado sistema de defesa aérea russo frustrou o ataque. Uma onda de 13 drones foi utilizada e, de modo interessante, três deles foram descidos intactos.

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O governo de Botsuana denunciou as chantagens dos EUA antes da votação na Assembleia Geral da ONU na última quinta-feira (21) sobre a decisão estadunidense de transferir sua embaixada em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém, reconhecendo assim essa cidade como capital do país.

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O Irã considera à causa palestina a principal prioridade do mundo árabe e islâmico, diz hoje uma nota da chancelaria remetida via internet.

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O ministro de Assuntos Exteriores da Autoridade Nacional Palestiniana, Riyad Al-Maliki, denunciou a obstrução dos Estados Unidos que impediu aprovar uma resolução do Conselho de Segurança na contramão da nomeação de Jerusalém como capital de Israel.

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O governo iraniano convocou o mundo a adotar medidas para impedir a execução da medida estadunidense de reconhecer Jerusalém como capital israelense, em um apelo divulgado hoje em Teerã.

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[MK Bhadrakumar, Tradução do Coletivo Vila Vudu] Com os EUA dedicados a atender exclusivamente ao próprio interesse na questão de Jerusalém, abre-se para a Rússia uma janela de oportunidade para fortalecer sua posição como o player mais ativo e criativo de toda a política do Oriente Médio. Quatro dias depois de o presidente Trump manifestar-se sobre Jerusalém, o presidente Vladimir Putin já está embarcando para 'visitas de trabalho' não agendadas ao Egito e à Turquia.

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Terça, 12 Dezembro 2017 07:34

Jerusalém, memória da dor

[Elaine Tavares] Era 14 de maio de 1948 quando a Organização das Nações Unidas decidiu criar por decreto o estado de Israel, dividindo o território ocupado pelos palestinos em dois, com a participação decisiva do brasileiro Osvaldo Aranha, então representante brasileiro na ONU. Foi por conta de uma manobra feita por Aranha que a votação aconteceu e deu vitória ao sionismo. Segundo a organização haveria dois estados: um árabe e um judeu. A proposta era uma espécie de reparação pelo horror vivido pelos povo judeu na grande guerra provocada pelos nazistas. Ocorre que a terra não era um espaço vazio. Ali viviam as famílias palestinas desde há séculos, plantando suas oliveiras, criando suas cabras e conversando nas calçadas sorvendo o chá de hortelã ou maramiah. 

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[9/12/2017, Patrick Cockburn, Tradução do Coletivo Vila Vudu] O presidente Trump e o governo de Israel com certeza previram, mas subestimaram, o "dia de fúria" palestina, com protestos de muçulmanos em todos os cantos do mundo, na sequência do 'reconhecimento' de Jerusalém, pelos EUA, como "capital de Israel" e planos de transferir para lá a embaixada dos EUA. Com certeza entendem que a fúria logo se dissipará, porque aliados dos EUA, como os governantes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Egito se darão por satisfeitos com breves protestos formais, e os palestinos são fracos demais para qualquer coisa além de manifestações que nada mudam.

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Sexta, 08 Dezembro 2017 19:00

O Sionismo revigorado sob o Governo Trump

Nota Política do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB)

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