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Diário Liberdade
Sexta, 21 Setembro 2018 00:00

O retorno da guerra fria?

[Raúl Antonio Capote] «A Guerra Fria voltou», alertou recentemente o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em um contexto internacional em que rufam os velhos tambores de guerra, adornados com outros rostos e métodos

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Quinta, 11 Maio 2017 12:59

Por que se fala de guerra cultural?

[Elier Ramírez Cañedo] Os Estados Unidos têm uma vasta experiência na prática da guerra cultural contra todo projeto alternativo a sua hegemonia no ambiente internacional. A CIA e a guer-ra fria cultural, de Frances Stonor Saunders, constitui um livro imprescindível – a pesquisa mais completa sobre o tema – para compreender esta realidade. Este livro demonstra como, nos anos da Guerra Fria, o programa de guerra psicológica e cultural da CIA contra o bloco socialista foi sua joia mais prezada.

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Na semana passada, o filósofo marxista italiano Domenico Losurdo esteve no Brasil para o lançamento de seu novo livro, Guerra e Revolução, publicado pela Boitempo Editorial, sobre o centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro. Na oportunidade, Losurdo concedeu ao NOVACULTURA.info uma entrevista na qual discutimos temas candentes tais como a centralidade da questão colonial, a opressão da mulher como uma das formas de luta de classes, a reintrodução da Doutrina Monroe na América Latina, etc.

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Por José Luis Rodríguez *| Tradução do Diário Liberdade

I

Como foi apontado nos artigos anteriores, o desaparecimento do socialismo na URSS foi motivado por múltiplas causas, que se engendraram durante um longo período de tempo e no qual o papel das diferentes personalidades políticas em seu devir histórico contribuiu de diversas formas para o desdobramento final.

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José Luis Rodríguez* | Tradução do Diário Liberdade

VI

Como foi destacado anteriormente, o debate em torno da necessidade de estabilizar a economia para poder levar adiante as reformas se agudizou notavelmente entre 1988 e 1989.

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José Luis Rodríguez* | Tradução do Diário Liberdade

VI

Ao morrer [Konstantin Chernenko], em março de 1985, foi promovido como secretário-geral do PCUS Mikhail Gorbatchov. Com 54 anos de idade, era o secretário-geral mais jovem eleito após a Segunda Guerra Mundial e também o primeiro que não havia participado dela.

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José Luis Rodríguez* | Tradução do Diário Liberdade

V

A saída de Nikita Khrushchov do governo soviético em outubro de 1964 marcou o fim do enfrentamento oficial com o fenômeno do stalinismo e também o final de uma conduta que sem dúvida teve méritos, mas do mesmo modo mereceu a crítica de seus contemporâneos pela falta de sistematicidade nas transformações econômicas e políticas que tratou de introduzir; os métodos de direção marcados por uma alta centralização de funções em sua pessoa; a oscilante política agrária, onde os êxitos foram apenas temporários; a insensata competição para igualar a economia dos Estados Unidos em um curto prazo; e os descalabros em política internacional que conduziram à ruptura com a China, ao levantamento do Muro de Berlim, em 1961, e à Crise dos Mísseis, em 1962.

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José Luis Rodríguez* | Tradução do Diário Liberdade

III

Para compreender as causas que levaram ao desaparecimento da União Soviética em 1991 é imprescindível remontar à história e, nesse sentido, a etapa inicial do chamado pós-stalinismo é de singular importância.

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Sexta, 09 Dezembro 2016 18:00

A derrota da URSS e o revisionismo

[José Paulo Gascão] Permanece da maior actualidade a reflexão sobre a estratégia e a táctica dos partidos comunistas, no poder e fora dele. Sobre a sua fidelidade ao marxismo-leninismo, sobre as suas formas de funcionamento interno, sobre o papel e a responsabilidade das suas direcções e dos seus militantes. Sobre a sua capacidade de resistir à multiforme e incessante ofensiva do inimigo de classe. Se devidamente analisada, a já secular história do movimento comunista tem muito a ensinar nos dias de hoje.

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Por Alex Agra

A interferência dos Estados Unidos em outras nações, seja favorecendo a instabilidade democrática, ocupando militarmente outros países, ou financiando ditaduras é hoje reconhecida internacionalmente. Seja através do Poder Duro, ou seja, através dos instrumentos coercitivos de que dispõe o Estado americano, relativos ao seu poderio militar e econômico, seja através do Poder Suave, que são os instrumentos de atração e persuasão à disposição. 

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