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Diário Liberdade

[Elijah J Magnier, Tradução da Vila Vudu] Alto funcionário do governo sírio informa que "EUA enviaram mensagem ao presidente Bashar al-Assad da Síria, para informar sobre o que deseja o establishment dos EUA. Segundo a mensagem, haveria um projeto de Israel compatível com o projeto de Donald Trump de retirarem as respectivas forças da Síria com o mínimo dano possível. Trump gostaria de evitar o destino dos soldados norte-americanos durante os anos de Georges Bush, quando milhares de soldados norte-americanos foram mortos em ação".

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[Pepe Escobar] "IRCG fará cumprir decisão do presidente Rouhani contra agressão dos EUA no Estreito de Ormuz"

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[Peter Koenig, Tradução da Vila Vudu] Durante recente encontro em Caracas da Comissão Presidencial de Aconselhamento Econômico, em meados de junho de 2018, o presidente Maduro disse algo perturbador, mas também excepcionalmente interessante – e nos dois casos muito importante, que merece máxima atenção de toda a região.

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No início de 2014, observamos sobre Color Revolution by Force [Revoluções Coloridas à Força] na Síria e Ucrânia:

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[Pepe Escobar, Tradução do Coletivo Vila Vudu] É possível que a história já tenha conhecido mais estranhos parceiros de cama geopolítica. Mas no mundo atual da OPEP-plus, as regras do jogo já são controladas de facto pela Arábia Saudita, usina de produção de petróleo da OPEP, em uníssono com a Rússia,non-OPEP.

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[Peter Koenig*, Tradução da Vila Vudu] Venezuela é estado campeão em democracia, em eleições democráticas, como ficou provado duas vezes nos últimos 12 meses, e mais de uma dúzia de vezes desde 1999. Pouco importa que o ocidente lunático não queira ver – simplesmente porque o ocidente (EUA e seus paus mandados e os vassalos europeus) não pode tolerar que um país socialista prospere – e tão próximo da fronteira do império e, como se fosse pouco, país riquíssimo em recursos naturais, como petróleo e minerais. O sucesso econômico da Venezuela poderia disparar ondas de choque “de esquerda” sobre a população norte-americana, zumbificada e bestializada, com fragmentos que ricocheteariam diretamente contra a Europa de olhos bem vendados.

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[Tom Luongo, Tradução da Vila Vudu] Vencer sempre é importante para abusadores-provocadores. Porque, se a fraqueza deles for exposta, não podem continuar com os abusos-provocações.

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[Pepe Escobar, Tradução da Vila Vudu] O inferno desabou sobre o G6+1, também chamado G7, em La Malbaie, Canadá, quando todos só pensavam na divina integração eurasiana na Organização de Cooperação de Xangai, OCX, em Qingdao, China, em Shandong, província natal de Confúcio.

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[The Saker, Tradução do Coletivo Vila Vudu] O tópico das ações russas na Síria continua a fascinar e a gerar muita polêmica. Faz sentido – a questão é extraordinariamente importante em muitos níveis, inclusive no nível pragmático e no nível moral, e hoje quero concentrar-me estritamente no nível pragmático, deixando de lado, por enquanto, considerações morais/éticas/espirituais. Além disso, assumirei, para facilitar o argumento, que o Kremlin age em uníssono, que não há Integracionistas Atlanticistas no governo russo, nem 5ª coluna no Kremlin nem lobbysionista a exercer grande influência na Rússia. Futuramente enfrentarei essas questões, porque não tenho nenhuma dúvida de que o tempo e o desenrolar dos eventos comprovarão o quanto essas reservas são na realidade politicamente motivadas

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[Tradução do Coletivo Vila Vudu] O Reino Hachemita (ou Haxemita, ar. هاشمي, Hāšimī) da Jordânia tem-se mantido tradicionalmente no campo 'ocidental'. É politicamente ligado ao Reino Unido e aos EUA, tanto quanto à Arábia Saudita e a outros estados do Golfo de maioria sunita. O rei da Jordânia Abdullah II foi, no passado, hostil ao Irã. Foi o primeiro a falar publicamente do medo de um 'crescente xiita'. Mas os novos planos sauditas e dos EUA para 'paz' com Israel são ameaça à Jordânia e à legitimidade pessoal do rei Abdullah. Precisa mudar de posição. Desde que receba incentivos adequados, a Jordânia pode, eventualmente, unir-se ao lado da 'resistência', com Irã, Síria e o Hizbullah.

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