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Diário Liberdade

[Elijah J Magnier, Tradução da Vila Vudu] A Arábia Saudita está à procura de uma “vitória” depois de repetidas derrotas de sua política exterior no Oriente Médio. Na Síria, a rica petromonarquia, apesar de ter consumido dezenas de bilhões de dólares na empreitada, não conseguiu a tão desejada 'mudança de regime'. Tirou jihadistas da cadeia e facilitou-lhes a viagem para o Levante para que convertessem a Síria num “estado falhado” que jamais conseguisse opor-se à expansão do Wahhabismo e de Israel. No Iêmen, mais de 40 mil pessoas foram mortas no bombardeio e nos ataques indiscriminados de sauditas-Emirados contra o mais pobre dos países muçulmanos no Oriente Médio. Resultado disso, 22 milhões de pessoas, segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, carecem hoje de urgente socorro humanitário. No Iraque – talvez o maior desapontamento que os sauditas sofreram –, o governo central em Bagdá conseguiu evitar que a Mesopotâmia fosse dividida. E no Líbano, aliados sauditas não conseguiram assegurar maioria nas eleições para o Parlamento, na qual os aliados do Irã saíram vitoriosos. 

Publicado em Mundo

[Eduardo Vasco] O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, está em visita ao Brasil esta semana. Os principais temas são o criminoso encarceramento de imigrantes latino-americanos (entre os quais, brasileiros) na fronteira dos EUA e o aumento do cerco contra a Venezuela.

Publicado em América Latina

A direção golpista da Petrobrás divulgou oficialmente, nessa segunda-feira (25), que fechou um “acordo” com especuladores norte-americanos que detém ações e títulos da empresa brasileira a pretexto de por fim a uma ação coletiva contra a empresa. Pelo acordo, aprovado pela Corte Federal em Nova Iorque, entretanto, a própria Petrobras reconhece que a ação coletiva (Class Action), nos Estados Unidos, não estaria encerrada, uma vez que o suposto “acordo” é passível de contestação junto à Corte de Apelações.

Publicado em Brasil

[Pepe Escobar, Tradução da Vila Vudu] Talvez, afinal, nem se trate de condomínios de luxo nas praias norte-coreanas. Tudo sugere que o xis da questão no abraço que o governo Trump oferece a Kim Jong-un tenha tudo a ver com um dos maiores depósitos de terras raras (ing. rare earth elements, REEs) do mundo, a apenas 150km ao norte de Pyongyang que vale, parece, vários bilhões de EUA-dólares.

Publicado em Mundo

O governo da Sérvia afirmou nesta terça-feira (19) que teve acesso e está em posse de um documento secreto que contém uma lista de países que estariam pressionando outras nações a reconhecerem a independência de Kosovo.

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[Rita Coitinho] Iniciado há exatos dezoito meses, o governo de Donald Trump já dá mostras de que, no futuro, poderá ser apontado como ponto de inflexão na política estadunidense.

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[Tom Luongo, Tradução da Vila Vudu] Vencer sempre é importante para abusadores-provocadores. Porque, se a fraqueza deles for exposta, não podem continuar com os abusos-provocações.

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[Alastair Crooke, Tradução da Vila Vudu] O presidente Trump trouxe à baila a ideia – e chegou a sugerir um convite ao presidente Putin, para que viesse a Washington. Ostensivamente, parece boa ideia: détente entre Rússia e EUA permitiria escoar a pressão geopolítica que cresce na 'retorta' cheia, já estourando nos rebites.

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[F. William Engdahl, Tradução da Vila Vudu] Os eventos do mundo em dias recentes são muito mais significativos do que a divisão que todos veem no bloco das nações industrializadas, G7. Se imaginamos o planeta como um campo gigante de força elétrica, as linhas do fluxo estão em processo dramático de reordenação, com o sistema global pós-1945 baseado no dólar já entrado numa caótica fase final. As elites políticas da Europa estão hoje divididas entre a racionalidade e a irracionalidade. Os desenvolvimentos para o oriente contudo acumulam cada vez mais e mais força, e estamos assistindo às fases iniciais do que se pode descrever como uma reversão da polaridade geopolítica dentro da União Europeia, do Ocidente para o Oriente. Os desenvolvimentos mais recentes na Eurásia, incluindo Oriente Médio, Irã e principalmente entre Rússia e China estão ganhando importância – e Washington só oferece guerra, seja guerra comercial, guerra de sanções, guerra de terror ou guerra cinética.

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[Tradução do Coletivo Vila Vudu] A renomeação para os mesmos cargos (embora um pouco modificada) do "bloco econômico" do governo Medvedev gerou muitas explicações, umas melhores que outras. Hoje quero examinar uma hipótese específica que se pode resumir nos seguintes termos: Putin decidiu contra o expurgo de um "bloco econômico" (impopular) ativo dentro do governo russo, porque queria apresentar à União Europeia (UE) "caras conhecidas" e parceiros nos quais os políticos da UE pudessem confiar. Nesse momento, ante o comportamento insano de Trump, que acintosamente afasta praticamente todos os líderes europeus, é a hora perfeita para acrescentar um empurrão russo ao "tranco" dos EUA, e ajudar a trazer a UE para mais perto da Rússia. Ao renomear "liberais" russos (eufemismo para designar os russos aderidos a OMC-Banco Mundial-FMI e assemelhados), Putin dá à Rússia ares capazes de atrair, na medida do possível, a UE. 

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